Já aqui dissemos que o iPhone foi uma grande inovação, sim senhor, mas que o verdadeiro passo em frente foi a criação do conceito de conteúdo por aplicações. Atualmente há aplicações para tudo e mais alguma coisa, basta pesquisar nas respetivas lojas do iOS, do Android ou do Windows. Mas o modelo de negócio esteve relativamente inalterado desde então. Parece que 2016 marca o ano da mudança e tem novamente a Apple como ponto de partida.

A empresa quer que os programadores possam vender apps em modelos de subscrição. Vamos imaginar: em vez de pagar dez euros por um jogo de uma só vez, pode passar a pagar apenas 20 cêntimos por mês [estes valores são apenas exemplos, não sendo certo ainda quais os valores mínimos que uma subscrição pode vir a ter]. Mas a parte que está a agitar o mundo online é o facto de ao fim de um ano a Apple estar disposta a dar uma fatia maior de receitas aos programadores.

Tudo parece perfeito do ponto de vista do negócio, mas será que os consumidores vão nessa ideia? Para a semana há WWDC e cá estaremos para tirar as primeiras conclusões.

Boa quinta-feira

Apple muda modelo de negócio da AppStore: Na próxima semana a marca da maçã deverá detalhar melhor os seus planos, mas as primeiras informações dizem que será possível aos utilizadores subscreverem aplicações, uma alternativa à compra em ato único. A Apple vai ainda ter um novo modelo de partilha de receita: as apps que mantiverem um utilizador ‘seguro’ durante um ano vão ficar com 85% dessas receitas, ao invés dos 70% relativos ao primeiro ano e atual valor de referência na App Store.
Fonte: The Verge

Google responde à Apple e vai dar fatia maior aos programadores: A empresa responsável pelo maior sistema operativo móvel do mundo também vai fazer alterações à Play Store – coincidência? Os programadores vão poder disponibilizar aplicações num modelo por subscrição, mas ao contrário da Apple, a Google dará logo 85% das receitas a quem adotar este sistema.
Fonte: Recode

Milhões de passwords do Twitter à venda: Um pirata informático russo está a vender perto de 32 milhões de palavras-passe de acesso à rede de microblogues. O Twitter já reagiu e disse estar confiante em como os dados sensíveis não foram conseguidos graças a um ataque à plataforma, mas sim através de campanhas de phishing e malware externas.
Fonte: The Next Web

Uma das maiores botnets do mundo desapareceu: Os especialistas em segurança informática estão intrigados. Dois malware que mantinham um grande grupo de computadores sob controlo – e formavam a botnet Necurs – deixaram de gerar novo tráfego desde o dia 1 de junho. As campanhas maliciosas Dridex e Locky roubavam dinheiro da banca online e sequestravam os computadores das vítimas.
Fonte: Motherboard

Watch Dogs 2 terá novo protagonista: Aiden Pierce foi a personagem escolhida para o nascimento desta nova franquia, mas a Ubisoft decidiu refrescar as ideias para o segundo jogo. Marcus Holloway é agora o hacker de serviço e a ação vai decorrer na cidade de São Francisco, nos EUA. O jogo vai ser lançado a 15 de novembro para PlayStation 4, Xbox One e PC.
Fonte: Polygon

Se tiver questões para Mark Zuckerberg este é o momento: O diretor executivo do Facebook vai no dia 14 de junho responder às perguntas dos utilizadores da rede social em direto. Para isso vai usar a ferramenta Facebook Live e as respostas terão em conta as questões que forem deixadas na publicação onde foi anunciada a iniciativa. Se tivesse oportunidade, o que perguntaria a Zuckerberg?
Fonte: Engadget / Facebook