Ao criar legislação para o segmento dos drones Portugal vai adiantar-se a muitos dos seus congéneres europeus e pode até servir de exemplo para outras nações. O país tenta assim resolver um problema – são ou não legais os drones que vê nos jardins? – e mostrar uma imagem de inovação que é muito bem-vinda.

A manhã de segunda-feira não começa com temas fraturantes, mas existem vários temas que podem ser do seu interesse.

Boa segunda-feira.

Legislação para drones em Portugal: Termina hoje a consulta pública à proposta da Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) para a regulamentação dos drones em Portugal. Por exemplo, é proposto que os drones só façam voos diurnos, à linha da vista e num máximo de 120 metros acima do solo, sendo que as aeronaves brinquedo não podem voar acima dos 30 metros.
Fonte: ANAC

Fruit Ninja também em filme: Depois dos Angry Birds, o jogo Fruit Ninja talvez seja um dos mais conhecidos para dispositivos móveis. E tal como os pássaros zangados, também o conceito de cortar fruta com uma espada de samurai vai chegar ao cinema. O filme será produzido por Tripp Vinson [Número 23, O Exorcismo de Emily Rose].
Fonte: Hollywood Reporter

Pulseira que mede os níveis de álcool: A empresa BACtrack venceu uma competição nos EUA onde ganhou 200 mil dólares para produzir a Skin, uma pulseira que mede os níveis de álcool no sangue dos utilizadores. Para isso analisa o suor produzido pelo corpo humano.
Fonte: Reuters

Apple na realidade virtual: Para muitos a VR é o próximo grande mercado tecnológico, mas a Apple ainda não tem qualquer iniciativa nesta área. Mas isso pode mudar com a tecnológica a apresentar no próximo mês, na sua conferência de programadores, o VRKit. Existem pelo menos indicadores que apontam nesse sentido.
Fonte: The Next Web

Google cria incubadora interna: O diretor executivo da empresa, Sundar Pichai, confirmou que a ‘Area 120’ é uma realidade. Este é um novo projeto da Google que funciona como uma incubadora para projetos que os seus funcionários possam ter. Evita-se assim a fuga de cérebros para a concorrência.
Fonte: Forbes