Aceitámos o convite da Nintendo Portugal para testar alguns jogos que estiveram presentes na E3 deste ano e assim comprovar a qualidade dos mesmos. Os jogos que tivemos a oportunidade de experimentar são títulos que irão povoar o calendário de lançamentos da Nintendo Switch.

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Claro que temos que falar dos títulos originais da Nintendo mas temos também que dar destaque a algumas novidades de outras produtoras que tentam algo diferente dentro do mercado muito próprio que a Switch nos traz, mas vamos por partes.

Entre os títulos que nos foram apresentados e de modo jogável, destacam-se The Legend of Zelda: Link’s Awakening, Pokémon Sword and Shield, Luigi’s Mansion 3 e Hollow Knight: Silksong, sendo que esteve também presente Astral Chain mas com uma demonstração não jogável, pelo menos por nós… Do gameplay que vimos  a ser jogado por um dos colaboradores presentes no Showroom da Nintendo Portugal podemos dizer que ficou provado que Astral Chain é mais do que nos tem sido levado a entender. Está aqui um titulo muito interessante que irá adicionar e muito ao catálogo da hibrida da Nintendo.

The Legend of Zelda: Link’s Awakening

Um dos nomes mais falados de sempre na “big N” é The Legend of Zelda e o próximo lançamento da saga, mesmo sendo um remake, não é exceção. São sempre dos jogos mais aguardados e certamente este Link’s Awakening será um dos mais vendidos do ano mesmo sendo baseado num titulo com 26 anos.

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Nostalgia vende, e com os jogos da Nintendo ainda mais. O novo look que introduziram na série resulta e é extremamente charmoso. A arte gráfica foi escolhida a dedo e junto aos efeitos sonoros, leva-nos de novo a 1993. Esperamos que a Nintendo introduza muitos easter eggs e novidades sendo um dos nomes a seguir este ano.

Pokémon Sword and Shield

O outro titulo mais cobiçado para os fãs será certamente Pokémon Sword and Shield. A demonstração era curta, passar um ginásio e derrotar a gym leader, mas deu para ter noção das diferenças que poderá ter em relação aos anteriores. Pequenas lutas até chegar ao nosso objetivo e chegamos a uma arena. Arena essa, tipo estádio, e aqui ao defrontar a gym leader, temos acesso a uma nova mecânica em jogos Pokémon: Dynamax.

Tendo um item especial, a dynamax band, podemos aumentar o nosso pokémon. Fica gigante, com habilidades diferentes de quando está em tamanho normal e só dura três turnos. Este modo surpreende pela arte e qualidade gráfica. As animações e modelos dos personagens (em cel shading) estão muito bem conseguidos sendo a única mancha os cenários fracos que encontrámos, neste caso dentro do ginásio. Não estava para demonstração o mundo aberto, mas pensamos que até ao seu lançamento poderemos ter mais novidades sobre a exploração.

Mario & Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020

Um titulo que já é habitual em vésperas de jogos olímpicos é Mario & Sonic, neste caso em Tóquio 2020. Não traz nada de novo do que já vem sendo habitual é verdade, mas esta versão traz-nos muitas mais modalidades, controlo por movimentos e sem, mas dentro da sua simplicidade esconde-se um party game fenomenal. Podemos esperá-lo em novembro deste ano.

Multiplayer

Já que falamos em títulos multijogador aqui estão dois jogos se destacaram nesta vertente: Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order e Resident Evil 5, este último já com 10 anos, mas na Switch com um modo diferente. Se na geração passada dava para jogar em cooperativo online, na Switch dá para jogar em cooperativo na mesma consola em ecrã dividido, mas apenas em modo dock. Na verdade, há muitas concessões a nível gráfico, mas até ao seu lançamento isso pode ser melhorado. É uma nova maneira de matar zombies com amigos mas mais importante que isso é uma nova maneira de Resident Evil voltar a uma consola da Nintendo.

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Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order é cooperativo até 4 jogadores e para quem é fã do universo da BD, de certeza que se irá divertir com os amigos. Podemos escolher os nossos heróis na aventura a qualquer momento (aparece um símbolo da S.H.I.E.L.D. no chão e assim fazemos a nossa escolha) e podemos fazer ataques combinados para retirar o máximo de vida aos adversários. Os modelos dos personagens são simples, bem conseguidos, mas os cenários extremamente pobres e a quebra de framerate pode estragar a experiência. Isso e o facto de quando há muita ação no ecrã ser difícil percebermos onde estamos e o quem nos ataca. Mesmo assim é um jogo a ter em conta, dada a licença da Marvel.

BUH! Luigi’s Mansion 3

No mundo assombrado de Luigi’s Mansion 3, ficou-nos na retina a qualidade posta na nova aventura do irmão de Mario. Graficamente polido e perfeitamente transportado para a Switch, não engana em transpor todas as mecânicas dos anteriores e ainda adicionar algo mais. O movimento de Luigi, (para mim o ponto mais negativo desta franquia) não está muito diferente, mas ao menos quem está habituado não estranha. Destacamos a arte, som e engenho da Nintendo em continuar a introduzir novidades numa franquia que já vai no seu terceiro jogo… Poderia ter pouco a acrescentar dada a sua premissa, mas a verdade é que a Nintendo consegue isso mesmo. Acrescentar!

Hollow Knight Silksong

A sequela de Hollow Knight, desta vez chamado de Hollow Knight Silksong, foi das demos que mais nos impressionou. Para quem gosta do primeiro titulo e esperava por mais novidades: Silksong é “mais do mesmo”… só que não.

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Uma nova personagem, novos poderes e a dificuldade acentuada de sempre. Mais uma vez a exploração compensa e os inimigos massacram Hornet (a nossa personagem) devido à elevada dificuldade deste metroidvania. Notamos também que existe um sistema de missões secundárias que pode aumentar ainda mais a longevidade de Silksong. Team Cherry tem aqui mais uma pérola… Obrigatório seguir.

Astral Chain

Por fim temos que falar do que vimos de Astral Chain, titulo não jogável por nós, mas por um colaborador que nos foi pondo a par das novidades, demonstrando-o no ecrã. Podemos dizer que foi das maiores surpresas, já que o que tinha sido visto até agora não tornava percetível o que este jogo da Platinum Games era ou o que queria ser.

Temos algo realmente novo na Switch e até mesmo no portfólio da Platinum. Neste hack n’ slash de raiz podemos explorar, fazer missões secundárias e até sermos detetives, bem ao modo dos jogos Batman mais recentes. Com um estilo gráfico futurista em cel shading, é extremamente fluido e com imensas habilidades para desbloquear. Não querendo revelar muito do enredo podemos dizer que temos uma entidade a nosso lado, os Legion, em que podemos desbloquear vários para nos ajudar ao longo das missões em ações especificas.

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Já o combate é fenomenal. Para além de termos variadíssimas habilidades para usar com o nosso personagem os Legion também as têm e até podemos fazer ataques combinados entre vários Legion, prometendo variedade e espetacularidade. Definitivamente ficámos com uma boa impressão de Astral Chain e mal podemos esperar o seu lançamento.

Acabou o dia

Foi um dia para recordar na Nintendo Portugal, dia em que podemos experimentar alguns dos jogos mais aguardados para Nintendo Switch. No geral as versões de demonstração surpreenderam pela positiva e apenas vos podemos dizer para… Prepararem as vossas carteiras pois vão olhar para muitos destes títulos e querer que os mesmos façam parte da vossa biblioteca de jogos.

 

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