Era um momento bastante aguardado por todas as empresas e estúdios que tencionam apostar na realidade virtual para dispositivos móveis. Até aqui a plataforma Google Daydream apenas esteve disponível para parceiros selecionados, mas a partir de agora está aberta a todos os programadores interessados, escreve o TechCrunch.

A tecnológica norte-americana revelou um conjunto de pré-condições que as aplicações terão de respeitar se quiserem ser aceites no ecossistema Daydream. Curiosamente a Google não faz qualquer exigência ‘gráfica’, mas faz bastantes exigências ao nível da usabilidade.




Este acaba por ser um dos elementos mais importantes na realidade virtual. Sendo uma experiência de computação nova para muitos utilizadores e bastante imersiva, se o primeiro contacto for negativo isso pode condicionar os níveis de aceitação da tecnologia.

No documento da Google fica também delineado que as aplicações devem ser desenvolvidas tendo um controlador em mente – querendo isto dizer que só os óculos de realidade virtual com um comando com sensor de movimento serão compatíveis com esta nova plataforma Google Daydream.

Ao todo são 36 os requisitos técnicos que as aplicações terão de cumprir para ficarem disponíveis na loja de conteúdos Daydream.

Com a abertura da plataforma é expectável que o ecossistema de conteúdos Daydream comece a evoluir de forma mais acentuada. Quando revelou os detalhes finais sobre esta sua nova aposta, a Google disse que até ao final de 2016 teria cerca de 50 experiências de realidade virtual para os utilizadores.

Por agora só há uns óculos de realidade virtual compatíveis – Daydream View – e apenas um pequeno grupo de smartphones que também suportam este sistema.