Quando o sistema de inteligência artificial da Google, o DeepMind, bateu o campeão do mundo de Go, Lee Sedol, entrámos oficialmente numa nova era. Sobretudo depois de o jogador humano ter reconhecido que ficou espantado durante a segunda partida quando disse ter visto o computador a ser criativo numa jogada. Um dos grandes medos da humanidade – obrigado Exterminador por isto! – é que as máquinas um dia se revoltem contra os humanos. A Google está a trabalhar num sistema que permite interromper a aprendizagem da máquina em situações que os sistemas de inteligência artificial podem fazer uma interpretação errada sobre como cumprir melhor a sua tarefa.

Diga lá: agora já vai ter um domingo muito mais descansado…

França quer combater sexismo nos videojogos: O governo francês está a preparar uma medida legislativa que prevê apoios fiscais para os videojogos que passarem uma imagem positiva das mulheres. Estes títulos receberiam ainda uma etiqueta que os distinguiria facilmente dos restantes. A proposta final deve ser apresentada até ao final do ano.
Fonte: Le Figaro

Google desenvolve ‘travão’ para a inteligência artificial: A tecnológica norte-americana tem feito avanços significativos na área da IA. Mas há sempre o receio que um dia as máquinas superem os humanos e comecem a seguir os próprios instintos. Para isso a empresa está a trabalhar num sistema que permite ‘travar’ o processo de aprendizagem da IA sempre que necessário.
Fonte: Motherboard

Tecnologia ajuda a fotografar Jogos Olímpicos: A Getty Images, uma das mais conhecidas empresas de banco de imagens, vais estrear um novo sistema no evento desportivo. Na prática vai permitir que um fotógrafo consiga controlar várias câmaras de forma remota. Sistemas como estes já existiam, mas a novidade da Getty é que o repórter de imagem será capaz de controlar várias aspetos da câmara como o seu posicionamento ou a distância focal.
Fonte: Mashable

OnePlus desenhou um smartwatch, mas nunca o produziu: A fabricante chinesa tomou o mercado dos smartphones de assalto pela estratégia diferenciadora de venda e pela relação qualidade-preço dos seus equipamentos. Mas à medida que a concorrência vai aumentando é necessário manter o foco no ‘núcleo duro’ da empresa. Motivo pelo qual a OnePlus chegou a desenhar um relógio inteligente, mas preferiu não torná-lo uma realidade.
Fonte: The Wall Street Journal

BMW mais focada na condução autónoma: Os carros da linha ‘i’ da marca alemã mostram uma aposta no segmento da mobilidade elétrica, mas a BMW sabe que isso não chega. Por este motivo vai começar a apostar mais no desenvolvimento de tecnologia de condução autónoma que será integrada em futuras versões do carro i3.
Fonte: Reuters