As transações do Bitcoin são processadas em pequenos pedaços de informação, denominados de blocks. É o processo de verificação destes blocks que constitui a tecnologia nuclear do Bitcoin, o blockchain. Estes pedaços de informação são atualmente bastante pequenos, o que resulta num grande volume de verificações necessárias e num limite de sete transações validadas por segundo. Um grupo chamado Bitcoin Unlimited, que diz ser responsável por 11% da rede de bitcoins da atualidade, desenvolveu um método que permite verificar pedaços de informação muito maiores, o que por sua vez permitiria acelerar todo o processo de validação de transações. Este desenvolvimento criado pelo Bitcoin Unlimited pode originar a criação de duas versões do bitcoin – a tradicional, que todos conhecem, continuaria a ser identificada como BTC; a nova, receberia a designação de BTU. O problema no meio disto tudo? Este é mais um exemplo da fragilidade do bitcoin e de como as lutas pelo poder da moeda – não regulada – podem ter um impacto no seu valor.

Bom domingo.

Bitcoin volta a baixar dos mil dólares por causa de um possível fork: Este ano a moeda digital tem estado a viver um bom momento e até aqui foi transacionada sempre acima dos mil dólares. Mas nos últimos dias o valor do Bitcoin sofreu uma quebra significativa. À hora de publicação deste artigo cada bitcoin valia 982 dólares. A quebra no valor está relacionado com algumas incertezas quanto ao futuro da moeda. Um grupo chamado Bitcoin Unlimited propôs a criação de uma nova versão do blockchain, a tecnologia que valida a criação e a transação dos bitcoins. Isto pode fazer com que existam duas versões do bitcoin, o que está a causar alguma incerteza no valor da divisa.
Fonte: CNBC




LeEco vai vender terrenos que tinha comprado em Silicon Valley: A tecnológica chinesa queria criar a EcoCity, um espaço de trabalho que pudesse albergar até 12 mil funcionários. Os terrenos comprados à Yahoo no ano passado vão ao que tudo indica ser vendidos. Este é mais um revés nos planos da LeEco, depois de a empresa já ter admitido que cresceu rápido de mais e que isso trouxe problemas financeiros.
Fonte: Reuters

Novas versões do Windows vão fazer atualizações automáticas: Sempre que a Microsoft considerar que uma atualização de software é muito importante, os dispositivos equipados com Windows 10 vão fazer o download automático dessa atualização. O que por um lado pode ser visto como uma medida preventiva positiva, por outro lado está a ser visto como perigosa para os utilizadores que têm planos limitados de internet – os downloads automáticos podem ultrapassar os limites do contrato e resultar em maiores despesas para os utilizadores.
Fonte: Winsupersite

Google Chrome agora lida muito melhor com conteúdos em 3D: O navegador de internet da tecnológica norte-americana recebeu uma atualização de software que torna o Chrome compatível com o formato WebGL 2.0. Isto na prática significa que o browser vai apresentar um melhor desempenho em conteúdos que são graficamente mais exigentes. Esta novidade é válida para todos os que têm a versão Chrome 56 ou superior.
Fonte: Engadget

Empresa mistura iPhone 7 Plus com o visual do Macintosh: A ColorWare tem-se especializado em criar edições especiais de alguns equipamentos da Apple. Desta vez foi o iPhone 7 Plus a receber o tratamento Macintosh: o smartphone apresenta-se com a mesma cor bege usada pela Apple nos seus computadores da década de 1980 e o logótipo do dispositivo é a maçã colorida, em vez de ser em preto. O iPhone 7 Plus ‘Macintosh’ custa 1.900 euros, mas garante aos utilizadores 256GB de armazenamento interno e o equipamento livre de qualquer operador.
Fonte: The Verge

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