É uma notícia de grande impacto e sobre a qual voltaremos a falar num momento posterior. Por agora os detalhes são escassos, mas a mudança está confirmada: a Google vai fazer com que o seu índice de resultados mobile passe a ser o índice principal de pesquisa da empresa. Ainda não é certo que impacto isto poderá ter nos resultados de busca e de que forma poderão as plataformas ajustar-se a esta nova realidade. Parece certo é que haverá uma alteração no algoritmo que vai passar a ter mais em conta os conteúdos que são mobile friendly, tanto na usabilidade como na velocidade de navegação. A atualização deverá acontecer dentro de alguns meses, confirmou um executivo da tecnológica.

Já tem aqui um tema interessante para pesquisar durante o fim de semana. Boa sexta-feira.

Google vai ter um algoritmo diferente para as pesquisas mobile: Se dúvidas havia que o mercado dos dispositivos móveis é crítico para qualquer empresa, ficam aqui desfeitas: o maior motor de busca do mundo vai ter um algoritmo próprio só para as pesquisas mobile. Isto significa que pode usar os mesmos termos de pesquisa num computador e num smartphone que os resultados serão diferentes. O index mobile vai passar a ser o índice primário da Google, sendo que a versão desktop não vai estar tão atualizada.
Fonte: Search Engine Land




HP Inc. vai eliminar até 4.000 postos de trabalho nos próximos anos: A divisão de hardware da HP disse que até 2019 tenciona eliminar entre 3.000 a 4.000 postos de trabalho. A tecnológica não aponta razões específicas para a decisão, dizendo apenas que o mercado está volátil e bastante incerto. A quebra no número de PC vendidos certamente ajudará a explicar parte desta decisão. No terceiro trimestre do ano a HP era a segunda marca que mais computadores vendia em todo o mundo.
Fonte: Reuters

Relógios inteligentes da Google podem ser lançados no início de 2017: Agora que a Google parece estar dedicada ao hardware, voltam a surgir rumores sobre os dois alegados smartwatches que a empresa estará a desenvolver. Novas informações dizem que os dispositivos vão ser apresentados no primeiro trimestre do próximo ano e já virão equipados com o Android Wear 2.0.
Fonte: Android Police

Instagram agora está disponível para computadores e tablets Windows 10: A rede social tem vivido maioritariamente no ambiente mobile, mas com a disponibilização de uma aplicação para o Windows 10 dá um salto sério até ao desktop. Continua a não ser possível publicar fotografias, mas todo o interface disponível no iOS e Android está agora também no sistema operativo da Microsoft.
Fonte: The Verge / Windows

Vídeos do Facebook agora suportam Chromecast e Apple TV: A rede social tem-se assumido como a próxima grande plataforma de vídeo a seguir ao YouTube, mas falta-lhe uma maior ubiquidade para que isso aconteça. Agora os vídeos do Facebook podem ser transmitidos no grande ecrã depois de a tecnológica ter adicionado suporte para os equipamentos Google Chromecast e Apple TV. Por agora esta funcionalidade ainda só está disponível no Facebook web e para iOS, sendo que a atualização para Android vai chegar nas próximas semanas.
Fonte: ZDNet




Próxima grande atualização do Windows deve chegar em março: O futuro do Windows 10 já está a ser preparado pela Microsoft e se os rumores estiverem certos, então no próximo ano haverá duas grandes atualizações para o sistema operativo. A primeira pode chegar logo no primeiro trimestre e terá o nome de código Redstone 2. Já no final deste mês, durante o evento Surface, deveremos ficar a saber mais detalhes oficiais sobre estes planos.
Fonte: Windows Central

Sony conta ter cinco jogos mobile até março de 2018: Recentemente a Sony Interactive Entertainment decidiu dar maior foco aos jogos para dispositivos móveis – sobretudo depois de ver o sucesso que Pokémon GO atingiu em todo o mundo. Agora sabe-se que os planos da gigante asiática estão em andamento e já têm uma primeira data de lançamento: até março de 2018 a empresa conta ter cinco jogos disponíveis. Numa primeira fase os títulos serão apenas lançados no Japão e noutros mercados asiáticos.
Fonte: Nikkei

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