As plataformas de comunicação estão a viver uma fase dourada. Além de várias delas agregarem milhões de utilizadores, estão a colocar-se como as plataformas tecnológicas do futuro. A integração de bots e serviços de apoio ao cliente nestas ferramentas é prova disso mesmo. Nos últimos anos o Facebook Messenger, o Skype, o WhatsApp, o WeChat e o Line subiram ao topo do mundo. A Apple que já teve uma presença interessante neste mercado com o iMessage tenta agora dar novo músculo ao seu serviço. Chegar ao Android seria sem dúvida uma forma de conseguir milhões de novos utilizadores. Mas será preciso mais do que isso: será necessário integrar a Siri nesta ferramenta de comunicação para deixá-la em pé de igualdade com novas propostas, como o Google Allo.

Boas leituras.

Amazon vai tentar outra vez o mercado da música: A gigante do comércio eletrónica estará a preparar uma alternativa ao Spotify, Apple Music e Google Play Music. O serviço deverá ser lançado no final do verão ou início do outono. O preço e o catálogo de músicas alegadamente estará em linha com os principais rivais. A maior vantagem será a integração do serviço na subscrição Amazon Prime.
Fonte: Reuters

iMessage pode chegar ao Android: A plataforma de mensagens instantâneas da Apple pode estar a caminho do sistema operativo rival. O anúncio será ao que tudo indica feito na próxima semana, durante a WWDC. Numa altura em que as plataformas de comunicação dominam, a marca da maçã quer recuperar alguma pujança para o iMessage.
Fonte: Mac Daily News

O laboratório subaquático da China: Se há alguém que o consegue fazer são os chineses, os mesmos que constroem pontes-viaduto em menos de 48 horas e arranha-céus de 56 andares em 19 dias. O governo local tenciona criar um laboratório a três quilómetros de profundidade. Exploração de recursos naturais é um dos objetivos, mas a imprensa internacional fala na possibilidade de a infraestrutura também ser usada para propósitos militares.
Fonte: Bloomberg

Steven Spielberg a trabalhar na realidade virtual: Depois de ter considerado a VR como uma plataforma perigosa, por permitir que seja o espectador a escolher para onde quer olhar, o consagrado realizador norte-americano estará a trabalhar na produção de conteúdos familiares em realidade virtual. O projeto está a ser desenvolvido para a The Virtual Reality Company.
Fonte: The Hollywood Reporter

Blocks, o smartwatch modular, já pode ser reservado: Se tiver 330 dólares, o equivalente a 295 euros, para investir num relógio, considere pelo menos espreitar o conceito do Blocks. Na prática é um wearable cujo bracelete pode ser costumizado com diferentes módulos e que garantem funcionalidades distintas.
Fonte. Slashgear



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