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Sugestões da semana – Videojogos #16

Mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos, uma semana onde sugerimos coisas que já jogamos ou que estamos a jogar… passando por clássicos de outros tempos ou até imaginando o que vai ser jogar títulos que ainda estão para aparecer.

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Para além disso é sempre bom saber o que estão a jogar, o que é que querem jogar ou até o que é que gostavam que nós jogássemos. Partilhem connosco, sem vergonha!

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Tiago Marafona

Que me desculpem novamente os jogadores que procuram recomendações de títulos recentes, pois as minhas sugestões para esta semana vão voltar a ser títulos que marcaram o passado, mas que, a meu ver, ainda continuam a fazer muito sentido no presente. E como não sou pessoa de recomendar aquilo que ainda não experimentei, estive a semana praticamente inteira a jogar jogos retro, jogos que me passaram pela infância, que me acompanharam na adolescência e que ocasionalmente, ainda me fazem companhia nesta fase adulta.

Posto isto, começarei por recomendar aos puristas da geração de 16-bits, que metam um olho em Ranger-X, produzido pela já extinta GAU Entertainment, para a Sega Mega Drive. Ranger X, é um jogo de plataformas 2D, estilo side-scroller e shoot ‘em up, onde o jogador terá de percorrer cenários, sem tempo, de encontro a derrotar pequenos mini-boss, para a conclusão de cada nível. No final de cada cenário, o jogador terá um encontro decisivo com um boss diferente. Para quem gosta de cenários pixelizados, o visual de Ranger-X ainda possui um charme único, assim como toda a atmosfera que o jogo consegue transmitir. Quanto à banda sonora, é simplesmente das melhores de todo o catálogo da Sega Mega Drive, composta por 23 músicas, todas cheias de alta criatividade, e totalmente sincronizadas com os temas de cada nível.

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Continuando pelo caminho da Sega, fiquei feliz em saber que Jet Set Radio pertence ao núcleo de jogos que a Sega pretende no futuro voltar a reintroduzir no mercado, quer de forma de remake, ou em modo de reboot, portanto, será mais um jogo que irei recomendar para que os nossos leitores joguem. Hoje, é relativamente simples de conseguir jogar Jet Set Radio, há variadíssimas formas de o fazer. Se ainda forem mais audazes, deem uma oportunidade a Jet Set Radio Future, lançado em exclusivo para a primeira consola Xbox, que ainda esta semana completou 20 anos.

E por fim, Virtua Striker 2, um jogo de futebol arcade que apesar de não ter uma jogabilidade forte, a diversão que oferece e as possibilidades dentro de campo que propõe, é ainda um jogo bastante a ter em conta. Apesar de ser bastante divertido, Virtua Striker 2 possui um sistema de avaliação de golos, pontuando cada golo do jogador, o que para os mais competitivos, a arte de fazer o golo mais pontuado, é sem dúvida um dos grandes atrativos de cada partida.

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Francisco Schai

Até ao momento, Ratchet & Clank: Rift Apart (que já se encontra em pre-order na Amazon Espanha com 20% de desconto) afirma-se como o jogo que mais me impressionou na nova geração de consolas. Enquanto o aguardado título não me chega às mãos, tenho andado entretido com o reboot/ remake do original lançado em 2002, um jogo que se tornou ainda melhor com a adição do modo 60 fps na PS5. Ratchet and Clank é um jogo que devem jogar, servindo de aquecimento perfeito para o novo capítulo da série. Apesar de a história ter sofrido por estar limitada ao guião mediano do filme, a qualidade da jogabilidade e dos gráficos atingem aqui o seu pico, pelo menos até ao próximo mês. A Pixelizer, arma que revela a faceta pixelizada de quem tiver o infortúnio de ser atingido, é capaz de ser um dos pontos altos da franquia.

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O outro jogo que vos trago é uma antítese conceptual da minha primeira proposta. Falo-vos de What Remains of Edith Finch, uma obra que mal se pode apelidar de videojogo, mas que irá deslumbrar quem procura uma narrativa absolutamente genial. Desprovido de mecânicas tradicionais, a história engloba uma série de acontecimentos bizarros transversais a inúmeros membros da família Finch. Fico-me por aqui de modo a minimizar qualquer spoiler comprometedor, mas asseguro-vos uma experiência fantástica que não dura muito mais que um par de horas.

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André Santos

Ugh. Finalmente é domingo. Por outro lado, amanhã já é segunda-feira. As semanas parecem cada vez mais curtas e o tempo para jogar, coisas fora de análise, é cada vez menor. Mas vou conseguindo, mesmo que não seja tanto tempo quanto quero.

Ontem peguei, pela primeira vez, em Hellblade: Senua’s Sacrifice, jogo da Ninja Theory, atualmente disponível no Xbox Game Pass. Aqui seguimos Senua, uma guerreira que faz o seu caminho para Helheim para assim conseguir salvar a alma do seu amado que se encontra “nas mãos” da Deusa Hela.

Hellblade: Senua’s Sacrifice saiu em 2017 para PC e PlayStation 4 e pouco depois ficou disponível para Xbox One e Nintendo Switch. Ainda não joguei muito tempo, mas já consegui perceber que estou a entrar numa viagem que só vai ser possível de compreender caso consiga ver o que está à minha volta através da prescritiva de Senua… porque, como na vida real, a nossa realidade não é a mesma de quem está à nossa volta.

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O som do que nos envolve, as vozes, tudo em Hellblade: Senua’s Sacrifice faz com que viajemos de forma bastante imersiva para um mundo que não é nosso, que não vamos compreender de um momento para o outro, mas que vamos querer lutar para perceber a cada minuto de jogo.

Caso tenham este jogo no vosso backlog, caso tenham possibilidade de o comprar ou, caso tenham acesso ao Xbox Game Pass não deixem de o jogar. Vale a pena.

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