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Sugestões da semana – Videojogos #5

Mais um domingo, mais uma semana, em que vos trazemos alguns videojogos para que possam ocupar os tempos livres durante a semana que vai começar. Desta vez, nas sugestões da semana no mundo dos videojogos, temos RPGs pesados e RPGs leves. Temos ainda porrada, muita porrada, e Mario.

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Do que mais precisam para uma semana de videojogos? Nada!

Tiago Marafona

A sugestão desta semana no mundo dos videojogos surge com a recente apresentação Nintend Direct, onde no meio de tantos anúncios pouco relevantes, apareceu Project TRIANGLE STRATEGY (nome provisório), que chegará aos donos da Nintendo Switch, em 2022, se tudo correr bem das mãos da Square Enix. Para os mais desatentos, têm na eShop à disposição uma demonstração do jogo. A produção vem dos mesmos criadores de Octopath Traveler, título que aterrou no catálogo da consola em julho de 2018, mas que aos poucos foi ficando esquecido. Posto isto, a minha missão com a sugestão desta semana é relembrá-lo e recomendá-lo, especialmente aos apreciadores de RPGs com combates por turnos.

Parte do brilhantismo de Octopath Traveler é dentro de uma aventura comum, existirem oito histórias distintas, entre as oito personagens que se vão juntando conforme o progresso do jogo vai avançando. Claramente inspirado nos clássicos JRPGs que marcaram a década de noventa, parte da alma do jogo é a fórmula com que consegue oferecer um estilo de combate com laços do passado entre toques do presente, sendo dinâmico, desafiante, e com muitas formas de encarar cada inimigo, com recursos a profissões, sendo estas fundamentais com o decorrer do jogo.

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Visualmente é um dos jogos de sprites mais bonitos disponíveis na Nintendo Switch, onde entre gráficos em 2D, se vão alternando com preceptivas em cenários com dimensão variável, com variadíssimos biomas, onde todos se destacam pela vivacidade e cor. É, para além destes rasgados elogios, um jogo com uma larga longevidade, e dedicado principalmente para quem não se aborrece em elevar as personagens ao nível máximo, com recurso extra para defrontar os chefes opcionais e masmorras de dificuldade acrescida.

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Armando Sousa

A única sugestão que tenho esta semana no que toca a videojogos é o revisitar de um clássico da Nintendo que saiu a semana passada e que se goste mais ou menos, não deixa de ser um título importante, joguemos sozinhos ou com família, nomeadamente com os mais pequenos. Falo de Super Mario 3D World + Bowser’s Fury e é um jogo antigo feito novo.

Lançado em 2013 para a Wii U é um jogo quase perfeito de plataformas e feito para nos divertirmos sozinhos ou com família, mesmo com aqueles que não costumam ter um comando nas mãos porque é bastante simples e intuitivo com um multijogador local até quatro jogadores.

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Relançado agora para a Nintendo Switch, traz um conteúdo adicional chamado de Bowser’s Fury que é totalmente diferente do jogo original, um pouco mais difícil, mas ainda com componente multijogador, mas desta vez só até dois jogadores.

Diverti-me imenso a jogar com o meu sobrinho de sete anos, que rapidamente se inteirou com os controlos e que resultou numa experiência bastante boa. Ajuda que o jogo original é relativamente fácil e quem não costuma jogar ou ter destreza para tal, não se sente de parte e todos se divertem.

Em tempos de confinamento, estes jogos mais familiares continuam a ser um escape para muitas famílias e a Nintendo continua a dar-nos motivos para nos juntarmos todos em frente à televisão.

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Paulo Tavares

Depois de um desapotante Nintnedo Direct, algo que tem acontecido cada vez mais, confesso que apenas um título me deixou verdadeiramente emocionado e com vontade de o reencaixar na minha vida em mais um empacotamento bonito vindo de outras consolas e outros tempos glorisos de videojogos: falo de Mario Golf para a incrível Nintendo 64. Odeio jogos de simulação, qualquer que seja o desporto. Agora se a coisa atirar para a palhaçada, em versões arcade ou com abordagens bem mais descontraídas… Estou lá batido!

Ainda há relativamente joguei quase sem paragens Golf Story, que junta a um desporto aparentemente elitista e inacessível uma versão relaxada do mesmo, com elementos RPG e uma estória até bem divertida para o que se poderia esperar… E agora, o bigode farfalhudo vai voltar a pegar nos tacos! Vamos a isso!

Mario Golf tem tudo para brilhar naquele comando quase alienígena da 64 bits japonesa: a vivacidade e alegria da cor que já na altura se esperava dum jogo que envolvam os fazedores de dinheiro da companhia, mas o sistema de jogo com uma simplicidade aparente mas de difícil mestria criado pela Camelot convenceu-me finalmente de que tinha valido bem a pena comprar esta consola já depois dela sair de circulação… Consola essa que acabou por ir desta para melhor sem que todos os campos verdejantes tenham sido bem explorados. Há claramente assuntos pendentes por resolver por aqui, mas Mario Golf tem aquela áurea de jogo grande sem ser o mais popular ou o mais badalado alguma vez criado. Que venha a nova versão ecauchutada!

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André Santos

Sinceramente andei tão afastado das consolas e PC esta semana que se torna complicado chegar aqui hoje e simplesmente sugerir um jogo, principalmente porque pouco tenho jogado. As poucas horas que tive de jogo esta semana foram passadas em títulos multiplayer como FIFA 21 e Call of Duty, simplesmente porque precisava mais do aspeto social que estes jogos representam do que propriamente de os jogar.

Mas dito isto, desabafo feito, digo-vos que, caso sejam fãs de RPGs leves com uma boa componente de luta deve, e até de Dragon Ball, devem jogar Dragon Ball Z: Kakarot. O jogo que a BANDAI Namco, em conjunto com a CyberConnect2, nos trouxe é divinal… principalmente para fãs da série.

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Mecânicas de luta bem desenvolvidas, uma narrativa interessante e toda uma arte de fazer suspirar os fãs da série, lembro-me de me sentir dentro de um dos episódios de Dragon Ball enquanto jogava este Kakarot para análise. Foi uma experiência fantástica e que ultimamente me tem apetecido repetir. O único senão do jogo, isto na minha opinião, é que como existe uma narrativa que tem que ser seguida por vezes damos por nós a perder batalhas completamente controladas por isso mesmo… porque faz parte da história.

Mas é isto, caso sejam fãs de RPGs, mas acima de tudo, fãs de Dragon Ball peguem neste Dragon Ball Z: Kakarot quem em nada se vão arrepender. Se FighterZ é um excelente jogo de luta, Kakarot é um bom jogo de luta numa excelente homenagem à serie.

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