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Mais uma semana de sugestões no universo dos videojogos. Esta semana fica marcada pela entrada de um novo jogo para os subscritores do serviço Nintendo online e ainda pelo facto de o André finalmente ter começado e acabado Final Fantasy VII Remake.

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Para além disso temos ainda assassinatos, Ratchet and Clank e Ni no Kuni. Uma semana com sugestões bem variadas e com a certeza (quase vá) que vão agradar cada um de vocês.

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Tiago Marafona

O jogo que tem estado na boca da maioria dos proprietários de uma Nintendo Switch é Monster Hunter Rise e, portanto, neste momento já é praticamente consensual que valerá muito a pena experimentarem o jogo caso ainda não o tenham feito. É excelente para sessões de multijogador online, mas também para partidas a solo, que é onde geralmente o desafio aumenta. Experimentarem várias combinações de armaduras, testarem as habilidades com as 14 armas diferentes, ou desenvolverem estratégias para caçar monstros de ranking alto, são algumas das possibilidades que Monster Hunter Rise irá oferecer.

A minha segunda recomendação desta semana vai para Pac-Man 99 que chegou à eShop esta semana de forma gratuita para os subscritores do serviço Nintendo Switch Online, onde a base parte um pouco do mesmo espírito de Super Mario 35. ou Tetris 99, onde o jogador terá de enfrentar 99 jogadores de todo o mundo num género de battle royal.

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A experiência de Pac-Man 99 é muito semelhante ao que era oferecido na proposta clássica disponível nas máquinas de arcadas, percorrendo labirintos, comendo fantasmas e frutas, enquanto o cenário vai ficando cada vez menos povoado. A estratégia fica obviamente ao cargo de cada jogador, podendo dar preferência à velocidade, à fortificação, ou ainda dando um aumento considerável na capacidade de engolir fantasmas em cadeia.

Pac-Man 99 é um jogo bastante simples, bastante versátil que pode ser jogado de forma competitiva por jogadores que adoram rakings, como por jogadores menos experientes e com menos aptidão a jogos com vários controlos. Experimentem, diversão não vai faltar.

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Armando Sousa

Esta semana não foi uma semana fácil para jogar Subnautica. Pouco tempo para me poder sentar e aproveitar um jogo de sobrevivência e exploração em que perdemos a noção das horas. Em alternativa, comecei a jogar o segundo DLC de The Outer Worlds, Murder on Eridanos, também para análise aqui no site, mas é sempre especial voltar a este universo criado pela Obsidian.

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Como o nome indica, houve um assassinato em Eridanos, mas somos contratados para o investigar e rapidamente entramos em mais uma rede de intriga, algo muito normal em The Outer Worlds. Brevemente terão a análise aqui no Future Behind.

Entretanto quero voltar a Subnautica e também a Ratchet and Clank para experimentar o update de 60 fps, algo me diz que traz uma lufada de ar fresco ao jogo.

Até para a semana.

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Paulo Tavares

 Sou fã de animação japonesa e essencialmente de toda a obra do grande mestre Hiyazaki, um dos responsáveis máximos da afamada Studio Ghibli e também das sonoridades criadas por Joe Hisaishi, criando-se aqui uma fórmula vencedora que surge ainda na PS3 na forma de Ni no Kuni: The Wrath of the White Witch, numa espécie de filme lindo, colorido e com ambientes sonoros incríveis, mas que podemos jogar. O melhor parceiro para uma obra desta magnitude só podia ser a Level-5, responsável por imensos dos grandes JPRG’s que existem.

Não há como não ficar enternecido com o mundo criado para esta obra, celebrando o melhor de que há memória na já velhinha consola da Sony. Uma estória de amor desencontrado e de luta em busca do amor maternal, Oliver corre mundos e fundos para a encontrar, deparando-se a cada nova cidade e novo recanto com personagens cheias de vivacidade e carisma.

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Este hoje em dia clássico dos JPRG acrescenta algumas alterações que dão mais vida ao combate para aqueles que não têm paciência para pausas entre ataques… Os combates longos contra bosses estão lá, mas exigem do jogador uma atenção constante por parte do jogador, pois apesar do aspeto fofinho, Ni no Kuni: The Wrath of the White Witch não perdoa erros ou distrações… E até o ecrã dedicado ao “game over” tem a sua piada, se não o virmos muitas vezes.

Destaca-se ainda também uma espécie de homenagem ao mundo de Pokemon, onde temos que em combate tentar apanhar alguns dos inimigos, para depois os alimentar e cuidar, podendo depois lutar a nosso lado.

Ni no Kuni: The Wrath of the White Witch não envelheceu mal, com uma versão para a PS4 bem conseguida, e agora até existe uma mais problemática versão para a Switch, mantendo todas aquela beleza intemporal que o Studio Ghibli consegue imprimir em tudo o que faz.

Altamente recomendado!

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André Santos

Depois de ter acabado a aventura em Final Fantasy VII Remake, foi altura de meter os JRPGs de lado e aventurar-me pelas ruas, ou céus, de Nova Iorque. Estou a falar de Spider-Man Miles Morales na PlayStation 5. O jogo da Insomniac ainda só me ocupou um par de horas, mas mesmo assim quero recomendar este novo Homem-Aranha.

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Porquê? Perguntam vocês. Simples, porque para além de ser um jogo que apresenta varios modos que permitem puxar tecnologias como o Ray Tracing até à nova consola da Sony, é também um jogo que chega ao público com um modo de fotografia fantástico. Para além de permitie mexer na luz natural ou até nas luzes ambiente da cidade podem ainda adicionar 3 pontos de luz diferentes. E isso permite fazer coisas assim:

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Sim sim fiz um flex à bela fotografia que tirei, mas apenas para dizer que se gostarem de tirar fotografias em jogos de certeza que vão gostar deste Spuder-Man Miles Morales.

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