Estamos em março, um mês com muitos lançamentos  para as mais variadas plataformas. No entanto, há um lançamento que se destaca mais que os outros. Falamos de Animal Crossing: New Horizons, o exclusuvo Nintendo Switch que tem data de lançamento no dia 20 de março.

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Mas agora que estamos no mês de Animal Crossing: New Horizons o que é que andaram a jogar na última semana de fevereiro? Nós foi mais ou menos assim…

André Santos

Uma semana bem tranquila no que toca a videojogos, com visitas cá por casa o tempo para estar em frente ao ecrã foi menor, mas vamos por partes…

A semana começou com Ego Protocol: Remastered, um jogo de puzzles que pode ser apetecível quando num consultório médico com revistas do ano passado, bom para passar tempo, mas com algumas falhas que fazem com que não seja aquele título que querem ter no ecrã principal da vossa Nintendo Switch a toda a hora. Falarei mais sobre isso na análise a ser lançada no início da semana que está a agora a começar.

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Depois, com uma rápida, mas obrigatória, passagem por F1 2019 para fazer o GP de Signapura na Liga Bancada F1. Grande prémio esse que foi no segundo dia, da segunda semana, de testes para a temporada 2020 de Fórmula 1 e apenas um dia depois de termos lançado, no FUTURE BEHIND, um artigo de opinião sobre Esports e SimRacing da autoria de Óscar Góis da Eleven Sports Portugal.

A verdade é que depois disto tive que abrandar um pouco e desligar os ecrãs… as visitas estavam a ficar impacientes. Para acabar com tal nervoso miudinho, terminamos cada dia de passeio com uma sessão de jogos de cartas e tabuleiro, onde passamos por Exploding Kittens, 4Bidden Words ou até mesmo Catan e Ticket to Ride, este último está até disponível para consolas!

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Tiago Marafona

Nesta semana destacou-se a gestão desportiva, a estratégia militar e a produção científica.

Continuei a época louca no Football Manager 2020 com o pequeno gigante – Sheffield Wednesday Football Club. Depois da subida à primeira divisão da liga inglesa, e de uma tonelada de jogadores emprestados minuciosamente estudados para equilibrar o plantel, consegui o segundo lugar após uma série de empates e desaires dos principais candidatos ao título. O campeão? O invencível Liverpool, que me goleou nos dois embates.

Tive pena de não ter ido longe nas taças, mas teria de sacrificar as competições em que estava inserido. Não dava para tudo. Talvez agora na próxima época lute de outra forma em todas as competições, principalmente por causa do lucro obtido nesta época.

Para a intercalar com Football Manager 2020, experimentei a última expansão de Civilization VI – Gathering Storm. Tive no passado a primeira experiência com o jogo através da versão Switch e desde então sou um autêntico fascinado pela obra mais icónica de Sid Meier.

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Embora a versão Switch tenha sido a rampa de lançamento para basicamente me ter tornado num viciado por gestão de civilizações, sempre soube que a experiência mais genuína seria obviamente no PC, embora a experiência na Switch seja bastante satisfatória.

As novidades que colocaram nesta última expansão – Gathering Storm são muito boas e recheiam por completo as lacunas que existiam anteriormente. As novidades dos fenómenos da natureza, as votações, as questões climáticas, as novidades para as conquistas, as várias tecnologias novas e as novas unidades, principalmente o Robô Gigante da Morte, são autênticos doces para os aficionados da série.

Numa primeira partida, escolhi a Escócia e consegui a vitória através de ciência. Numa partida com velocidade rápida, tamanho de mapa padrão, e 500 turnos muito competitivos. Entretanto, o “só mais uma partida”, está a decorrer com o massacre do império escocês, com bombas nucleares e com um grupo de robôs no comando. Os novos requisitos para a vitória são muito mais práticos, embora exijam mais pesquisas, não envolvem tanto a atenção de todas as cidades. O que torna tudo mais acessível.

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