De volta para mais um Vocês Jogam, Nós Também… esta semana não temos introdução ao que aí vem, passamos logo à ação e perguntamos: O que é que andam a jogar? 

André Santos

Voltei a ter uma semana tranquila no que diz respeito a videojogos. Talvez porque em alguns dias o trabalho foi mais e, por isso, os jogos acabaram por ficar (infelizmente) para segundo plano, ou simplesmente porque comecei a ver a segunda temporada de Altered Carbon no Netflix.

Mesmo assim, consegui arranjar tempo para terminar Ego Protocol: Remastered na Nintendo Switch, análise que deverá ver a luz do dia, aqui no FUTURE BEHIND, amanhã e para me dedicar a Ori and the Will of the Wisps. 

O primeiro acaba por ser um simples jogo de puzzles, com pouco para oferecer, mas que pode ocupar aquelas horas numa viagem de comboio ou mesmo na sala de espera de qualquer consultório… principalmente se as revistas forem do ano passado.

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Já sobre Ori and the Will of the Wisps há muito para dizer, um jogo de plataformas que vem, decerto, acrescentar muito valor ao Xbox Game Pass, serviço que terá o jogo disponível desde o dia do seu lançamento [11 de março]. O pequeno Ori tem muitas aventuras para ultrapassar, umas mais fáceis que outras, mas todas elas com uma beleza extraordinária.

Para saberem mais sobre este o novo título da Moon Studios é estarem atentos e esperarem para o lançamento da análise aqui mesmo, no FUTURE BEHIND.

Abel Maio

É curioso que quanto mais ocupada é uma semana maior é a vontade de explorar jogos diferentes. Quase como uma forma de canalizar o stress e a frustração da semana. Esta parece ter sido uma dessas semanas, pois não a dediquei a um jogo, mas sim a três. E sei que poderia ter sido mais se a mesma tivesse mais dias.

Nos momentos em que me encontrava fora de casa dediquei o tempo a completar o New Game+ de Tokyo Mirage Sessions #FE Encore. Jogos como este mostram, sem qualquer dúvida, que a consola da Nintendo é a plataforma ideal para RPG, permitindo aproveitar os pequenos momentos livres para aumentar os níveis dos nossos personagens.

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No entanto, nos momentos que me apetecia explorar um enorme mundo novo ia visitar o The Witcher 3: Wild Hunt. Apesar de ser um título com vários anos, nunca tive a oportunidade de o explorar, mesmo tendo colegas a insistir durante anos que eu o experimentasse. Por cada hora que passo aqui estou cada vez mais surpreendido. Contudo, apesar de o género RPG ser o meu favorito, nem sempre nos encontramos com a disposição de dedicar as horas necessárias para aproveitar o jogo. Nessas situações jogos de luta são o meu escape de eleição.

Actualmente encontro-me a jogar Under Night In-Birth Exe:Late[cl-r], um fenomenal jogo de luta 2D que, desde que foi anunciado para o campeonato EVO do ano passado tem-me chamado muito a atenção. Se quiserem ficar a saber mais poderão ler a análise aqui no FUTURE BEHIND.

Tiago Marafona

A acompanhar a chegada dos primeiros casos de coronavírus em Portugal, a minha semana esteve especialmente ligada à Two Point Hospital, o grande sucessor espiritual de Theme Hospital, por mera coincidência de data de lançamento.

Mal o Two Point Hospital foi anunciado, fiquei logo de olho nele sobretudo pela nostalgia que o título original produzido pela Bullfrog Productions me tinha oferecido naquele período. E este novo título não me desapontou.

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Two Point Hospital é extremamente divertido e viciante. A gestão de conflitos e contas é aliciante e no meio do caos das enchentes de doentes a probabilidade dos erros existirem é enorme, o que torna cada caso de administração um verdadeiro desafio. Caso queiram ler um pouco mais sobre a minha opinião do jogo, leiam a análise já disponível no site.

Para além de Two Point Hospital, também avancei um pouco mais em Dragon Ball Z: Kakarot. Confesso que não tenho prestado atenção às missões secundárias, e comecei a dar seguimento unicamente à história. As missões secundárias começaram a perder um pouco o interesse, com alguns pedidos muito genéricos e de pouco interesse de entretenimento. Já na história principal, Cell foi finalmente derrotado. E que bom foi recordar aquele momento épico de pai e filho. Até deu para arrepiar.

Paulo Tavares 

Esta foi uma semana intensa no que diz respeito ao carregar de botões, pois ando de volta de volta do careca mais forte e ignorante do universo, analisando One Punch Man: A Hero Nobody Knows [análise brevemente disponível em FUTURE BEHIND]. O jogo acaba por ser bastante fiel ao que é retratado no anime, do qual sou um grande fã. As diversas batalhas, o próprio sistema de progresso, lembrando um RPG-light, e o humor característico da série retrata com exatidão este mundo em que os vilões são muitos e os heróis estão sindicalizados…

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Nos intervalos entre trabalho, pude ainda voltar, como tenho feito nas últimas semanas, ao grinding de Octopath Traveller na Nintendo Switch. Neste título tenho já algumas horas investidas, e parece-me que vou ter que investir algumas mais. Os bosses não facilitam e a evolução do conjunto perfeito de personagens é fundamental para os derrotar. Não tenho qualquer problema com a lenta evolução, é algo que me dá até algum prazer. E neste jogo principalmente porque, apesar da diversidade de inimigos não ser a maior, o seu arsenal de golpes físicos e magias é bem diversificado e obriga à utilização de estratégias personalizadas.

Enfim, não é só um jogo bonito, mas também desafiante.

Feliz dia da mulher a todas as gamers que leêm o Future Behind!

 

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