É Domingo.
Dia de descanso.
Dia de preparar mais uma semana.
Dia de saber o que é que andamos a jogar durante o decorrer da semana passada. 

Tiago Marafona

Na semana de lançamento da dupla de Pokémon para a Nintendo Switch, estive a jogar à lupa Mario & Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020, analise que já está disponível em FUTURE BEHIND. 

A rivalidade de Mario e Sonic volta a reunir-se sob forma de olimpíadas. Com visuais aprumados e jogabilidade para todos os gostos, os inúmeros minijogos fazem o gosto a quem prefere lutar pelos melhores resultados. Há muita variedade para ser jogado, quer seja em grupo ou online, Mario & Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020 vai divertir quem o jogar.

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Cada vez mais perto do fim, está também a jornada épica de Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride para a Nintendo DS que já venho a jogar há mais de três semanas. Embora esteja cada vez mais rendido à criatividade corajosa realizada naquela época, jogá-lo hoje em dia requer bastante atenção e paciência sobretudo pelo excesso de batalhas aleatórias pelo caminho. Só assim é possível conseguir a tão desejada diversão, pois jogar um JRPG com os traços dos anos noventa, que requer umas boas dezenas de horas, neste período perturbado de bombas a saírem no mercado todas as semanas, não é fácil. Mas continuo deliciado com esta obra.

Abel Maio

Enquanto esperava ansiosamente pela chegada desta sexta-feira, não me cheguei a dedicar a nenhum jogo específico, tendo continuado a jogar Tetris 99 mesmo após o final do Grand Prix.

No entanto, desde o início de sexta-feira o único jogo que tenho estado a jogar é Pokemon Shield. Também por fazer parte do meu trabalho, mas por outro lado por ser um fã da série desde que recebi o meu Gameboy Color com o Pokemon Blue.

No futuro poderão ler (e possivelmente ver e ouvir) a análise ao novo jogo desta série. Para já prefiro não partilhar as minhas opiniões dado ainda ter poucas horas de jogo.

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Paulo Tavares

Esta semana foi dedicada em exclusivo ao indie da Merge Games que lembra Zeldas de outros tempos. Com ação frenética e aventura a rodos, mas sem gota de sangue, Sparklite leva-nos para um mundo de inspiração steampunk em constante mutação.
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As lutas contra monstros de inspiração animal e criaturas mecânicas estão bem catitas e os diferentes itens dão profundidade ao combate. A procura incessante de blue prints para poder criar novos gadgets impelem-nos a voltar uma e outra vez… As piscadelas a Zelda são constantes, e neste caso, isso é uma coisa boa…
Análise brevemente disponível em FUTURE BEHIND

André Santos

Claro que não deixei de passar os olhos por The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mas numa semana repleta de lançamentos a minha atenção teve que ir para outros títulos. Um destes jogos foi The Stretchers, um novo co-op para a consola hibrida da Nintendo onde o nosso objetivo é levar pacientes até ao hospital. Confuso quando jogado a um e “caoticamente” divertido no modo co-op, The Stretchers foi uma ótima surpresa da Nintendo.

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Com a análise The Stretchers quase terminada dei ainda um salto ao novo título EA, Star Wars: Jedi Fallen Order, de forma mais relaxada é claro já que o Armando é que nos vai apresentar a sua análise, tanto em FUTURE BEHIND como no novo podcast Eu é mais Jogos

Armando Sousa

Numa semana em que esperámos com alguma ansiedade o mais recente titulo de Star Wars, o Jedi Fallen Order para saber se finalmente os jogos single player desta franquia deram a volta por cima, Call of Duty: Modern Warfare e The Outer Worlds foram os jogos que rodaram cá em casa.

Call of Duty pela rotatividade de modos de jogo que nos leva a por o jogo e ver o que tem de novo sendo que para mim o modo Realism é o modo mais viciante até agora.

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The Outer Worlds tem sido o título para onde me tenho virado quando quero apenas relaxar e explorar. O combate pode ser agitado, mas a aventura traz um propósito a tudo isso. Podemos usar os mais variados meios para resolver uma conversa e dá-nos muitas maneiras diferentes de abordar a aventura e moldar a nossa personagem como queremos.

Carlos Silva

Até a meio da semana estive a acabar a análise do Football Manager 2020. Mesmo com a análise publicada tenho continuado a jogar, sendo que o último Football Manager que joguei foi em 2015 o que fez com que notasse uma grande diferença na evolução do FM2016 para este com a época 2019/2020 o 2020. Os gráficos e a inteligência dos jogadores estão um pouco melhores não muito, onde se nota uma maior evolução no jogo é no que diz respeito ao nosso staff e como o mesmo nos ajuda a conseguir gerir a nossa equipa e a chegar mais longe.

Mais para ler sobre Football Manager 2020 na análise já publicada em FUTURE BEHIND.

Tal como na semana passada, para além de passar muitas horas agarrado ao vício que é Football Manager dei umas voltas pelo circuito de Baku, manter os reflexos afinados para a Liga Virtual de F1 onde participo.

Uma boa semana!

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Agora que já sabem o que andamos a jogar no decorrer da passada semana porque é que não aproveitam e nos contam o que é que andaram a jogar e o que é que mal podem esperar para começar? 
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