Este Vocês Jogam, Nós também fica marcado por fazer parte da semana em que ficamos a conhecer alguns dos jogos que estarão presentes na próxima geração de consolas. Depois do Inside Xbox, alguns membros da equipa Future Behind concentraram os seus esforços no Xbox Game Pass enquanto outros continuaram a correr sem sair do lugar…

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E vocês, o que é que andaram a jogar? Contem-nos tudo!

Vocês Jogam Nós também

Tiago Marafona

Esta semana foi muito semelhante à semana anterior. Não houve grandes novidades em termos de jogos novos, contudo, consegui terminar finalmente Yakuza Kiwami 2, investi mais umas boas horas em Final Fantasy IX e tive diversão extra com Indivisible, um dos grandes indies de 2019.

Começando por Yakuza Kiwami 2 – tive de reservar cerca de três horas para as sequências finais, tal como aconteceu com os jogos anteriores. A opinião global é de que se trata de mais um trabalho de excelência da Ryu ga Gotoku e com o financiamento certo por parte da Sega, nesta versão definitiva do segundo capítulo. No final, fica a total sensação de concretização e a vontade de pegar já no próximo é muita, porém, a experiência diz-me para não avançar já, pois ficaria saturado rapidamente. Os títulos Yakuza devem ser jogados de forma doseada devido à sua grande intensidade.

Onde também investi mais umas boas horas, foi em Final Fantasy IX que devo também estar prestes a terminar. Se a memória não me falha, talvez mais meia dezena de horas sejam suficientes para conseguir terminar a história. Reviver a obra de Hironobu Sakaguchi continua a ser bastante divertido e me tem permitido reparar em pormenores que antes não tinha percebido.

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Para o fim, deixo a um pouco da minha experiência com Indivisible, que também já pode ser lida em formato de análise. Embora a narrativa seja bastante simples, e existam a falta de alguns ajustes claramente visíveis em várias componentes do jogo, o sistema de combate ímpar com elementos de RPG e as características de metroidvania acrescentam imenso à proposta. Visualmente é muito bom e as animações são bastante ricas para um jogo eletrónico independente. Será seguramente uma das melhores propostas deste ano dentro destas singularidades.

André Santos

Uma semana em que continuei a minha quase finalizada aventura em Quantum Break. O jogo continua a mostrar-se por aquilo que é, continua a ser o que a Xbox precisa para estar lado a lado na batalha das consolas… é um jogo cheio de storytelling e com ação q.b. para deixar o jogador agarrado à consola. Não fosse este Quantum Break ter sofrido com o facto de ser um jogo de início de geração e ter aparecido com alguns bugs que ainda hoje lá continuam, tínhamos aqui um caso de enorme sucesso… mais ainda.

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Para além disto, numa semana curta, passei ainda por Mega Party a Tootuff Adventure para a Nintendo Switch, um divertido party game mas que me deu algumas dores de cabeça para conseguir começar a análise. Mais sobre o jogo da responsabilidade da Microïds durante a semana na análise que ficará disponível, aqui mesmo, em Future Behind.

Até lá, joguem e divirtam-se!

Armando Sousa

Esta semana dediquei-me apenas a três jogos, dois para análise para o Future Behind [análises disponíveis no decorrer da semana] e outro que me trouxe divertimento e muita nostalgia. Este último foi Streets of Rage 4, uma série que não era lançada desde 1994 na velhinha MegaDrive. Adorei os jogos dos anos 90 e graças ao Xbox Game Pass que inclui o jogo desde o seu lançamento, consegui voltar a sentir essa nostalgia e honestamente é um jogo extremamente competente. A nível gráfico o seu estilo relembra-nos os originais, mas reformulados em HD. É desafiante e tem um sistema de pontuação que nos recompensa com mais vidas para atacar o crime. Se ainda não o jogaram e tem o serviço da Xbox, não percam esta oportunidade.

Os jogos que analisei esta semana foram o Moons of Madness e Emma: Lost in Memories e não podiam ser jogos mais diferentes um do outro. Moons of Madness é um thriller psicológico passado numa base de investigação em Marte. Rapidamente vemos que algo se passa e claro, como em todos os jogos deste tipo, temos de tentar resolver ou sair dali para fora. É um género de jogo que faz parte de um nicho que eu adoro, mas falta marketing. Nunca tinha ouvido falar dele, e sendo um port de um jogo de PC, deveria ter tido mais conversa à sua volta quando foi lançado para a PlayStation 4, versão que analisei.

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Emma: Lost in Memories é um jogo de plataformas para a Nintendo Switch que também já tem a sua versão mobile, mas isso não é tudo mau. É bastante simples na sua premissa e também tem uma narrativa interessante para a simplicidade que apresenta, mas é desafiante já que são puzzles em formato de jogo de plataformas. São 140 níveis que, por um jogo de baixo preço, apresentam uma proposta muito atrativa para quem quer passar o tempo de forma agradável.

Para a semana vou continuar a explorar o serviço Xbox Game Pass, porque realmente existem pérolas escondidas como o recente Moving Out que ao ser lançado no mercado, caiu logo no serviço da Microsoft.

Paulo Tavares

Ring Fit Adventure e Red Dead Redemption 2 concentraram  as minhas atenções durante esta primeira semana de calamidade, pelas razões mais óbvias que tornam estes dois jogos tão diferentes… Ou será que não é bem assim? Pois bem, fiquem agora a saber por que razões eu acho que Ring Fit Adventure e Red Dead Redemption 2 são, no fundo, o mesmo jogo. Curiosos? Estupefactos? Ligeiramente arrependidos de terem lido até aqui? Pois bem, isto só vai ficar mais estranho. Teoria da conspiração em 3, 2, 1…

O fora-da-lei Arthur Morgan, protagonista do jogo fiel ao western, segue cegamente ordens para completar missões, acontecendo o mesmo com o nosso herói criado no puxado jogo de animação e exercício físico, onde somos pau para toda a obra de um anel que nos torna vítimas claras de bullying… Mas há mais!

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Existem em Read Dead Redemption 2 bastantes formas de fazermos passer a nossa mensagem, se é que me percebem: armas de fogo, corpo a corpo, explosivos e até a utilização de um arco. Um ARCO! Até se arrepiaram agora, tenho a certeza…

Ambos têm personagens esquecíveis e genéricas, ambos com bandas sonoras que nos fazem chorar (de forma bem diferente) e talvez a maior semelhança, a prova provada de que estes dois ícones da indústria dos videojogos são apenas um e só um jogo é… Que a quarentena me anda a deixar completamente afetado e começo a temer pela minha saúde mental, fazendo depois declarações destas em que me ponho a jeito para ser “varrido” judicialmente pelas sempre fofas neste campo Nintendo e Rockstar.

Volto para a semana. Medicado.

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