Vocês Jogam Nós Também
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Estamos de volta para mais um Vocês Jogam, Nós Também. É o número 43 e chega no fim de uma semana onde foram apresentadas as novas Xbox Series X | S e ainda onde foi marcado o evento “PlayStation 5 Showcase“. Mas claro, para além destas notícias de destaque houve ainda tempo para jogar. Enquanto uns continuam a acelerar curva atrás de curva outros passaram para mundos cheios de heróis e há ainda quem esteja encantado com o universo Super Mario.

E por aí? Estão prontos para a próxima geração de consolas? Contem-nos tudo!

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Paulo Tavares

A semana de trabalho foi “zoomificada”, enquanto nos precipitamos rapidamente para mais um início de ano escolar, que nada terá em comum com todos os outros. Assim sendo, entre e-mails e planificações, o escape de jogar ficou um pouco para trás.

Ainda assim, deu para descarregar as frustrações prego a fundo no Modo Carreira de WRC 9. Entre o deserto árido do Quénia e o gelo deslizante finlandês, este é o pontapé de adrenalina de que precisa este professor enclausurado, entre capotamentos que enervam e repetição de classificativas, sempre na procura do melhor tempo. WRC 9 satisfaz até o mais ávido competidor automobilístico. Interessados? Análise já anda por aqui no nosso FUTURE BEHIND.

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Em total contraponto com o simulador da Kylotonn Entertainment, foi-me dado a conhecer para analisar Journey of the Broken Circle e não sei o que dizer ainda, não sei definir. Vai ser certamente a mais complexa análise que escreverei por estes lados. Sinopse? OK. Somos um círculo que tem como desejo explorar o mundo que o rodeia na procura de uma pequena parte de si que o impede de ser perfeitamente redondinho. Entre obstáculos, amigos que se aliam a ele momentaneamente e um diálogo que vai de metáforas claras sobre amizade, compaixão, desejo e insatisfação até a tiradas saídas das minhas aulas de Filosofia, Journey of the Broken Circle centra-se claramente em visuais simples, música apelativa e em fazer pensar. Análise e internamento psiquiátrico aqui brevemente!

https://www.youtube.com/watch?v=48gq7bd-hyM&ab_channel=PixelFirst

Tiago Marafona

Semana bem caprichada de horas em frente ao ecrã. De viagem ao passado e ao presente, a verdade é que vai ser até ao final do ano, fazendo uma passagem por todos os jogos da série Super Mario, de forma a comemorar os seus 35 anos de vida.

Comecei, portanto, a semana a comemorar da melhor forma os 35 anos do canalizador, dando utilidade ao save que estava em curso no mítico Super Mario World. Terminei-o, não propriamente com uma “perna às costas”, pois ainda teria muitos mais níveis por concluir e muitos segredos por desvendar, mas já deu para passar grande parte dos mundos e dos níveis principais com paragem final nos créditos. De seguida, peguei na colectânea Super Mario All-Stars originalmente lançada para a Super Nintendo, mas que graças à comemoração que se avizinha do canalizador, a Nintendo tem neste momento disponível no catálogo digital de quem possui o serviço online.

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Peguei e terminei praticamente de rajada Super Mario Bros., uma versão com visuais melhorados e com algumas melhorias também na jogabilidade que se inclui em colectânea Super Mario All-Stars. O próximo da lista será o temido – Bros.: The Lost Levels, e como estou bastante enferrujado, começo a temer pelo comando da Switch.

Esta semana também me caiu em mãos uma análise a Bake ‘n Switch que já se encontra disponível no site para ser lida e em breve, também sairá a opinião do conteúdo de Minecraft Dungeons Hero Edition que já se encontra disponível no mercado desde 8 de setembro.

André Santos

Uma semana claramente diferente por aqui. Embora esteja a acabar a minha análise a Marvel’s Avengers, que poderá ser lida nos próximos dias, tenho também estado ocupado com outros produtos, mas vamos por partes.

À medida que fui evoluindo na narrativa de Marvel’s Avengers mais gostava do jogo criado pela Crystal Dynamics. A forma como todas as personagens estão representadas e as diferentes mecânicas e estilo de jogo que temos que adotar quando mudamos de herói fazem com que o jogo nunca seja cansativo, basta que para isso entremos nas missões com heróis diferentes (quando possível) e podem ter a verdadeira experiência Marvel seja como Iron Man ou como Ms. Marvel. Para além disto, a história encontra-se bem construida e faz com que o jogador se sinta no universo que é casa de super-heróis como Thor ou Hulk.

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Depois passei por alguns shooters, fiz umas partidas de eFootball PES 2020, Fall Guys e claro, F1 2020 já que a segunda temporada da Liga Bancada F1 já começou. Mas, no início da semana recebi, para análise, um gigante da Philips. 55 polegadas de 4K, HDR e tempo de resposta reduzido, um monstro que até agora está a surpreender pela positiva… principalmente no campo do som.

Vocês Jogam Nós Também