De Portugal para o mundo. Esta frase começa a tornar-se um cliché pois existem cada vez mais tecnologias e serviços que são feitos no nosso país e que são exportados um pouco para todo o mundo. Hoje a Vodafone Portugal volta a dar um pouco de mais sentido a esta frase por ter conseguido ficar com o centro de competências e desenvolvimento de serviços de TV para todo o grupo Vodafone.

Ao todo são 80 os engenheiros que a partir de Lisboa vão trabalhar no futuro do serviço de televisão da operadora de telecomunicações britânica. Atualmente o grupo Vodafone tem serviços de televisão em oito países e será a divisão portuguesa que vai trabalhar toda esta área.




O Vodafone TV Hub, como é chamado, está responsável pelo desenvolvimento de produto, por desenhar soluções à medida de cada mercado, por integrar essas mesmas soluções nos diferentes países e também por fazer a monitorização das utilizações.

Mas mais do que trabalhar para os clientes que já tem atualmente – 10 milhões no segmento de televisão em todo o mundo -, a Vodafone Portugal espera que o Vodafone TV Hub seja o local que vai ajudar o grupo a alcançar todos os 500 milhões de utilizadores Vodafone que ainda não têm um serviço de televisão da empresa.

“A Vodafone mudou o serviço de televisão e fê-lo a partir de Portugal. E é a partir de Portugal que vamos fazê-lo para outros países”, disse o diretor executivo da subsidiária portuguesa, Mário Vaz, durante o evento de apresentação.

“Estamos perante uma notícia que nos orgulha, a todos Vodafone Portugal, mas também deve orgulhar todos os portugueses e o país como um todo. A escolha de Portugal evidencia a capacidade de liderança tecnológica da Vodafone Portugal e enaltece a qualidade dos nossos recursos humanos, os nossos engenheiros”, acrescentou logo de seguida.

A Vodafone destacou alguns projetos feitos em Portugal como o serviço de transmissão de vídeo em direto Live on TV

Depois foi o diretor de comunicações unificadas do grupo Vodafone, Luís Lopes, quem explicou os motivos da escolha da Vodafone Portugal para acolher este novo centro de competências.

“Obviamente o reconhecido talento de engenharia que permite ter competências notáveis, vencendo claramente países onde o custo é mais barato e existe muita capacidade de desenvolver produto. Mas também porque a Vodafone Portugal é reconhecida no mercado português como uma das melhores empresas para trabalhar. Com isso consegue recrutar as melhores pessoas, os melhores talentos”.

Mário Vaz disse depois em declarações à imprensa que a “esmagadora maioria” dos engenheiros do centro foram recrutados ‘de fresco’, sendo que os restantes elementos transitaram da divisão da Vodafone Portugal que já tinha a seu cargo o desenvolvimento e o apoio nos serviços de televisão.

Ao nível de investimento isto é alavancar em cima do que a Vodafone Portugal já tinha feito. Como viram estamos a falar de um centro de competências. Competências tem muito a ver com recursos humanos. O investimento é ao nível de recursos humanos”, acrescentou o CEO.

O Vodafone TV Hub

No final do evento foi possível visitar o novo centro de desenvolvimento que está situado na sede da Vodafone Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa. Ficam aqui algumas imagens do espaço.

Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV Hub Vodafone TV HubDestaque para o fundo da sala onde estão colocados vários televisores que permitem à equipa, aos visitantes e aos potenciais clientes terem acesso às diferentes experiências de TV que a Vodafone tem em diferentes mercados – Roménia e Nova Zelândia, por exemplo.

Foi ainda revelado que a Vodafone está a trabalhar em novas funcionalidades para o serviço português de televisão e que passam sobretudo por uma descoberta mais simples de conteúdos que são populares junto dos outros utilizadores ou que correspondem às nossas preferências de visualização.

O novo centro Vodafone TV Hub também está a trabalhar em novos formatos de visualização, sendo a realidade virtual um dos campos que está a ser experimentado em conjunto com outros parceiros de desenvolvimento.

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