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Antevisão MediEvil PlaySation 4

Estamos no mês de outubro, com ele a chegar vários jogos para as mais variadas consolas, mas neste caso estivemos na Comic Con 2019 para experimentar um clássico que vai renascer das cinzas, intitulado de Medievil.

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A breve experiência que tivemos mostra algumas das personagens e um mundo um quanto louco, mas, no final das contas, parece um pouco genérico… Pelo menos até agora.

MediEvil original foi lançado em 1998 para a PlayStation 1 e conta-nos a história de Sir Daniel Fortesque – Um cavaleiro que morreu, mas voltou para o mundo dos vivos para combater um feiticeiro maligno chamado Zarok. Embora as lendas deem a entender que Sir Daniel é um herói galante, ele é uma anedota, tendo morrido de imediato por uma flecha na cabeça durante uma batalha contra Zarok.

À primeira vista, a história em si, é uma montagem engraçada para uma peça de teatro onde as palhaçadas de Daniel contribuem para um momento divertido. Podemos arrancar o nosso próprio braço para bater em zombies e resolver alguns quebra-cabeças rudimentares. É um pouco mais linear do que os jogos de ação e exploração que viriam depois – Spyro ou Jak e Daxter – mas é jogado de uma maneira diferente daquela que era vista no final dos anos 90.

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Esta, na verdade, foi a minha primeira aventura em MediEvil. O mundo louco onde vive Sir Daniel Fortesque deixou-me, de facto, bastante entusiasmado, mas não sei até que ponto é que esta versão remasterizada tem o que precisa para sobreviver aos tempos modernos.

A demo contém a primeira parte do jogo, fornecendo uma noção inicial do ritmo e da ação. No curto espaço de tempo em que joguei MediEvil, ao explorar o mundo que nos é oferecido encontrei espadas e adagas, percorri um cemitério colecionando alguns objetos e ainda tive a oportunidade de abrir algumas portas que ao início se encontravam trancadas.

MediEvil é um jogo direto, quase inteiramente linear, exceto por algumas vias de ramificação ocasionais que levavam a um segredo ou outro na área principal. Parece um jogo estilo arcade, um passo adiante de Ghosts and Goblins ou Fester’s Quest . Sob esse prisma, MediEvil é uma explosão divertida do passado. Em 2019, a concorrência é mais rígida.

É bom ver um clássico que consegue renascer das cinzas, mas MediEvil parece um pouco superficial. Nos últimos anos, apareceram alguns remastered bem fortes, como Wonder Boy: The Dragon’s Trap ou o recente The Legend of Zelda: Link’s Awakening.

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No caso de MediEvil, embora possa agradar aos fãs que gostaram do original, a demo do título não sugere que o jogo esteja preparado para enfrentar o desafio de alcançar um público mais amplo. Terei que esperar pelo jogo completo para perceber se o remastered que traz Sir Daniel Fortesque de volta aos vivos, por uma segunda vez, consegue ou não satisfazer o público mais exigente dos dias de hoje.

Se experimentaram a demo “Shorted Lived” deixam a vossa opinião na caixa de comentários.

 

O Future Behind em "Dark Mode"