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Sugestões da semana – Videojogos #33

Estamos de volta para mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos. Neste espaço, parte da equipa do Future Behind partilha convosco o que andamos a jogar, mas acima de tudo, o que acreditamos que não devem perder.

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rating recomendado

Armando Sousa

Finalmente consegui iniciar 12 Minutes que era um jogo que esperava há muitos anos pela premissa que trazia, time loops. Um point and click diferente, um thriller que rapidamente corre mal para o nosso protagonista que tenta desesperadamente saber o que raio se passa.

12 Minutes é no mínimo interessante, com a sua história a ser debitada lentamente através dos vários loops e dependendo dos objetos que encontramos no apartamento e do que vamos falando com a nossa companheira. Ainda não terminei o jogo e estou agarrado pelo que poderá vir, mas parece-me um pouco abstrata a maneira que nos é dada a informação e sem grandes dicas. Fiquei algumas vezes a vaguear pela casa a clicar em várias coisas para ver o que poderia resultar.

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Outra sugestão, mais que ainda não joguei e a ver se a consigo comprar, é a Castlevania Advance Collection para a Switch. Apresentada no último Nintendo Direct fiquei agarrado ao trailer, já que adoro a franchise. Alguns deles não joguei para o Game Boy Advance e é uma oportunidade a não perder para os fãs.

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Francisco Schai

Esta semana  encontrei-me profundamente absorto naquele que poderá ser o grande sleeper hit do ano, Kena: Bridge of Spirits. O que havia sido mostrado já me aguçava a curiosidade, mas confesso que até ao lançamento guardava reservas, sobretudo por se tratar do primeiro videojogo da Ember Lab. Os momentos iniciais foram o suficiente para o cepticismo se evaporar. Desde logo, o jogo surpreende pela beleza luxuriante que o cenário florestal invoca. Nele, escondem-se os Rot, as criaturas mais fofinhas do ano e que servirão como preciosos aliados.

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Embarcamos na aventura de Kena, a guia espiritual que ajuda os espíritos a atravessarem o além. O combate é sólido e a mixórdia de plataformas, exploração e puzzles, que se interligam através de um design inspirado, fazem de Bridge of Spirits um jogo estupendo. Certos aspectos do tom, da história e até da banda sonora parecem uma continuação do short film produzido pela mesma equipa, Majora´s Mask- Terrible Fate. A melhor notícia é que também sabem fazer um belo videojogo, o que é particularmente louvável numa primeira tentativa.

Realço também o mundo mais compacto em termos de tamanho, não sendo um mundo aberto. Numa indústria obcecada por mapas cada vez mais massivos, é bom ver mundos mais facilmente digeríveis. Agora se me permitem, vou ver se completo o meu “exército” de Rot, especializados na iluminação da alma.

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André Santos

Desculpem. As semanas continuam pesadas no trabalho e só joguei um jogo esta semana. Espero que não me levem a mal, bem sei que posso vir a perder a minha carta de jogador após afirmar tal coisa, mas tem que ser… tenho que ser honesto convosco e comigo próprio. Cá vai, tenho jogado FIFA 22. Tenho-o feito através do acesso antecipado do EA Play que conta com o primeiro mês de subscrição por €0.99 e dá acesso a 10 horas de FIFA 22 e ainda um desconto de 10% em tudo o que é videojogos, e conteúdo adicional, da EA.

FIFA 22 na nova geração de consolas está diferente, apresenta-se um jogo mais calmo embora ainda dê um lugar destaque à rapidez dos jogadores, e sem bola a Inteligência Artificial do jogo mostra-se com melhores movimentos, principalmente no ataque. Na defesa, essa que continua a ser o meu calcanhar de Aquiles, parece também estar mais completa, com mais opções de personalização e controlo durante o jogo.

Espero esta semana conseguir mais umas horas de jogo para conseguir uma análise mais focada em modos como o Pro Clubs ou mesmo o modo carreira. Até lá espero que a tradição seja posta de lado e a EA não estrague o jogo com atualizações constantes.

O Future Behind em "Dark Mode"