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Sugestões da semana – Videojogos #42

Com um novo ano que já começou há 23 dias estamos de volta com as sugestões da semana dentro do mundo dos videojogos, onde vos contamos o que jogamos durante os últimos dias e ainda deixamos algumas sugestões sobre o que podem jogar para passar bons momentos com o vosso hardware de eleição, seja uma consola ou um PC.

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O ano de 2022 estará carregado de bons videojogos, isso sem dúvida alguma. Mas contem-nos, de todos os jogos que vão aparecer em 2022 qual é o que mais querem jogar?

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Paulo Tavares

Antes de mais, bom ano a todos. Espero que este ano seja tudo o que esperam, mesmo que ainda não seja em mais esta volta ao sol que se falará em GTA VI.

Falando de coisas bem reais, o backlog diminuiu drasticamente durante este início de ano, e tive a oportunidade de fazer algo que pretendia mas para o qual me faltava tempo: explorar todas as peripécias de Detroit: Become Human.

A mais ambiciosa obra da Quantic Dream aborda questões sérias de uma sociedade mais próxima da realidade do que pensamos, deixando no ar sempre uma ou outra escolha que façamos. Ficamos  com a certeza de que as nossas decisões, por mais polémicas ou respeitadoras que sejam, serão sempre sinónimo de impacto na mensagem que se absorve. Mais: Detroit: Become Human é o jogo que ainda hoje melhor se assemelha àquela quase realidade estética, de personagens que parecem reais, de carne e osso. É quase perturbadora a parecença com os atores e atrizes e é a prova cabal que as emoções são possíveis de passar para um videojogo, seja com um sorriso ou um esgar de um modelo retirado de um belo trabalho de motion capture.

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As diferentes perspetivas de Connor, Kara e Markus, os três protagonistas, são relatadas ao pormenor, com situações muito específicas que permitem avaliar com a nossa decisão que tipo de quase pessoas serão. Pacíficos, revolucionários, vingativos, acomodados. O jogador tem a escolha.

Para apreciadores de ficção científica e de boas estórias com ação e surpresas a rodos, Detroit: Become Human continua a ser um deleite.

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André Santos

Aqui está algo que nunca pensei estar a escrever em janeiro de 2022, mas cá estou eu para vos dizer o que ando a jogar durante este belo (not) mês de janeiro. Para além das coisas que tenho andado a fazer e não vos posso contar (contarei em breve, prometo), ando a jogar GT Sport.

Tudo começou com uma conversa entre um grupo de amigos, já habituados a jogar juntos, sobre lançamento de Gran Turismo 7 já no próximo mês de março. Conversa puxa conversa e agora voltamos todos a GT Sport, alguns dos amigos tiveram até que comprar o jogo para o experimentar com a desculpa de “é para me ambientar quando sair o 7”.

A verdade é que ao contrário de videojogos como F1 2021 que tanto jogo, em GT Sport as corridas são bem mais divertidas pois é mais fácil manter uma distância competitiva entre os vários participantes e, em corridas longas, é também menos difícil recuperar alguma desvantagem que tenha aparecido devido a erros que acontecem sempre.

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Em GT Sport, como em qualquer outro simulador de condução, jogo de volante (um G29) o que acaba por dar outro realismo ao jogo. Mesmo sendo um título com alguns anos (foi lançado em 2017) responde muito bem aos movimentos feitos no volante e conseguimos ter uma sensação de “realidade” muito boa. Na verdade, o único aspeto que nunca gostei em qualquer dos Gran Turismo foi a falta de realismo no que toca aos acidentes ou toques que vamos dando.

Embora a nível mecânico os danos estejam melhores a nível visual é para esquecer, e em GT 7 deverá continuar igual. Já faz parte da identidade do jogo. Mas, e é um mas gigante, ir a 280km/h, passar por cima de um pino e o carro saltar é demasiado.

Acabar a dizer que sim, se gostam de simuladores e se querem ter um pouco da experiência GT antes de Gran Turismo 7 este Sport é um bom ponto de partida. Principalmente com amigos.

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Armando Sousa

Com novos capítulos a começar, com updates a aparecer, o muito bem-sucedido jogo da Epic Games tem vindo a sofrer revolução atrás de revolução.

De vez em quando jogo Fortnite com o meu sobrinho e nos últimos tempos deu-me o bichinho para continuar, já que de vez em quando ganho uns jogos e dá motivação extra. A última temporada acabou em apoteose, já que a ilha virou ao contrário e deixou os jogadores a boiar dentro de água durante quase 24 horas até poderem começar o novo capítulo. Nova ilha, novo mapa.

Tenho ocupado os meus tempos a dar uns tirinhos e várias coisas mudaram no jogo. Pequenas coisas, mas que alteram a jogabilidade e entendimento tático do jogo.

O mapa, agora com muitas zonas com neve, tem um deserto e uns aldeamentos novos que devem servir para contar a história que Fortnite nos quer contar. O Sanctuary conta com uma vista privilegiada para uma enorme estátua de The Foudation, interpretado por Dwayne “The Rock” Johnson, tem também o Daily Bugle de Spider-Man e muitas teias de aranha que enquadra com a skin do aracnídeo que inclusive pode atravessar o mapa de teia em teia.

Tem novas skins como as dos personagens de Gears of War, Marcus Fenix e Kait Diaz, e muitas outras mais.

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Em termos de jogabilidade, podemos agora deslizar ao estilo de Apex Legends, o que melhora a mobilidade, novas armas e uma tenda, que podemos entrar e restaurar a nossa barra de vida. Muitos melhoramentos e alterações foram feitas como é do apanágio da Epic entre seasons e capítulos do seu mais popular jogo.

O que não gosto tanto é a limitação de armas.  De vez em quando eles trocam o seu roster de armas e só aquelas é que podem ser usadas. 

Como vos digo, nem sempre jogo Fortnite e passei muitas seasons sem lhe tocar, mas jogar com o meu sobrinho de 8 anos na mesma equipa e divertirmo-nos bastante altera bastante a perceção que temos sobre um jogo.

Se estiveram como eu tanto tempo sem jogar a um jogo que gostam, dêem-lhe outra oportunidade.

Até para a semana!

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O Future Behind em "Dark Mode"