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Sugestões da semana – Videojogos #46

A semana que nos vai trazer Gran Turismo 7, Triangle Stratagy e Pathfinder existem outros videojogos que podemos querer jogar. Sejam jogos que saíram há pouco tempo ou relíquias do passado. Hoje estamos por aqui para vos contar não só o que temos andado a jogar, mas também aquilo que queremos jogar.

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O ano de 2022 estará carregado de bons videojogos, isso sem dúvida alguma. Mas contem-nos, de todos os jogos que vão aparecer em 2022 qual é o que mais querem jogar?

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Paulo Tavares

Com fevereiro a todo o vapor e março a não dar tempo para abrandar, o mercado dos videojogos está pulpitante de novas obras e lançamentos. Mas ainda assim, parece sempre existir uma espécie de ansiedade sobre o próximo título, aquele que ainda não chegou aos nosso lares.

Neste entendimento, enquadro duas obras que anseio com expetativa, e uma delas já pude experimentar… Falo de Ghostwire: Tokyo e Triangle Strategy.

O primeiro intriga-me imenso; um jogo que parece misturar elementos do sobrenatural e do horror baseados em Tóquio com um estilo de combate que parece ser bem interessante. O facto de surgir dos criadores de Resident Evil e The Evil Within e a Bethesda estar envolvida só deixam mais água na boca. É esperar até 25 de março.

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Triangle Strategy tem três capítulos disponíveis como demo na Nintendo eShop e pelo que já me foi possível perceber é uma bonita homenagem aos RPG’s táticos dos velhos tempos. O medo da comparação com a saga Final Fantasy Tactics não é infundado, mas este novo jogo da Square Enix é mais do que isso. Tem-nos como base, sim, mas não se limita a percorrer esse caminho e parece inovar em diversos sentidos. Os gráficos 2D HD impressionam e a tomada de decisões em diálogos com inimigos e aliados parecem mesmo influenciar o que acontecerá doravante. Triangle Strategy é já lançado dia 4 de março!

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Francisco Schai

Esta semana tem sido dedicada a um título que o meu radar nem sequer tinha detetado aquando do lançamento. E que agradável surpresa foi OlliOlli World, o viciante jogo onde plataformas e skateboard se cruzam num ambiente de festa onde a tábua com rodas se assume como o objeto soberano de um mundo criado por deuses de cabeça de gelado e pirâmides invertidas.

A verdade é que mesmo após ter jogado afincadamente para a análise, volto sempre a ligar a consola e a selecionar mais um nível, seja para melhorar as sequências de combos, aprender um truque novo ou mesmo para apreciar algum momento caricato, como uma árvore com pernas (ou raízes) de alicate a fazer jogging.

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Através do Gnarvana Portal, uma série de níveis aleatórios são gerados. Tem sido uma diversão desmedida encontrar novos obstáculos e assistir à melhoria das pontuações e à performance bem superior num espaço de dias.

Não tendo jogado aos anteriores, fiquei rendido à mecânica de jogo de uma saga já perto de uma década de existência. No meio de colossos neste mês de fevereiro, como Horizon: Forbidden West e Elden Ring, acredito que OlliOlli World merece a vossa atenção.

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André Santos

Falamos no dia 2 de março.

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Armando Sousa

Não é novidade, para quem acompanha o site e o podcast Jogo a Jogo, que só tenho jogado ultimamente Horizon Forbidden West. Fiz a análise e agora ando a tentar platinar, o que me deixa explorar ainda mais o extenso mapa que o jogo tem.

Não platinei Horizon Zero Dawn porque tem alguns troféus nos hunting grounds, time attack e sinceramente não tenho muita paciência para tal. Vou tentar porque o combate está mais refinado e mesmo por vezes não explicarem muito bem os objetivos, dá mais vontade de os fazer.

Gostava que nos troféus, Horizon Forbidden West fosse mais virado para a exploração. Ganhamos alguns ao explorar sim, mas há certos colecionáveis que contribuem muito para o lore do jogo e para a exploração e não ganhamos nada ao colecionarmos a todos. É o caso dos drones e das black boxes. Eu gosto de ir conhecer o mapa no seu todo, ver todos os pormenores que a Guerrilla trabalhou intensamente para nos trazer esta experiência até porque é assim que descobrimos o que não é obvio. Só ontem ao fim de 67 horas de jogo e com tudo feito, descobri uma clareira com Apex Tremortusk de nível 60, até agora os mais fortes que encontrei.

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Descobri encostas com máquinas a “pastar”, zonas de luta entre tribos e máquinas que contam histórias que não estão escritas e só com a nossa imaginação podemo-nos indagar.

A minha luta pela platina, que não é difícil, é apenas não querer fazer o que não me dá vontade de fazer em prol da exploração do mapa que me traz mais riqueza no que o jogo me dá.

Como tenho também falado em Fortnite, de salientar que Aloy está disponível como personagem jogável no jogo da Epic.

Até para a semana

O Future Behind em "Dark Mode"