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Sugestões da semana – Videojogos #50

Depois de 50 edições, e muitas outras da rubrica que deu origem a estas sugestões, chegamos ao fim. Mas não se preocupem, novos espaços surgirão onde vamos mostrar o que fazemos e como o fazemos no mundo dos videojogos. Até lá, bons jogos.

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O ano de 2022 estará carregado de bons videojogos, isso sem dúvida alguma. Mas contem-nos, de todos os jogos que vão aparecer em 2022 qual é o que mais querem jogar?

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Paulo Tavares

Joguei muito a The Nathan Drake Collection. Remasterizados para a Playstation 4, as três primeiras aventuras de Nathan (Uncharted: Drake’s Fortune, Uncharted 2: Among Thieves and Uncharted 3: Drake’s Deception) foram importantes em 2015 e continuam a sê-lo para mim hoje em dia. São jogos a que recorro quando quero uma dose bem servida de humor, ação ao estilo de Hollywood e mecânicas bem conseguidas, com um storytelling que brilha mais em alguns títulos do que noutros.

As personagens como Indiana Jones sempre me atrairam, com o seu toque de malandragem e com aquela atitude de que se vão safar sempre de qualquer situação mais apertada em que se colocam. Nathan é claramente o Indiana Jones dos videojogos, com o olho sempre no prémio.

Para além da ação alucinante, temos os puzzles muito bem conseguidos, sempre com um risco acrescido de algo nos precipitar para a morte, numa das suas catacumbas, pirâmides, desertos, savanas ou florestas tropicais. A herança de Steven Spielberg é aqui homenageada duma forma honesta e factual.

Já o filme baseado em Nathan e as suas aventuras… Deixemo-lo cair no esquecimento e esperemos que ainda não tenhamos ouvido o último sopro de vida desta franquia da Naughty Dog.

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André Santos

A semana foi longa e eu estive de férias. Aproveitei os dias mais relaxados para pegar na Nintendo Switch para voltar ao mundo de The Legend of Zelda: Breath of The Wild. Não porque estivesse com vontade para voltar a Hyrule no mesmo Breath of The Wild que saiu para a Nintendo Wii U, mas porque fui desafiado a experimentar o jogo na Nintendo Switch Lite e falar da minha experiência num futuro episódio do Jogo a Jogo.

Com toda a honestidade digo-vos que, até agora, a minha única desilusão com The Legend of Zelda: Breath of The Wild na Lite nem é com o jogo. É com o facto do ecrã da Lite ser tão pequeno, não levem a mal, mas BotW pede para ser jogado em todo o esplendor com a consola ligada à dock. A Lite faz bem o seu trabalho, mas o jogo pede mais… é só isso.

Para além de Hyrule, fiz ainda uma partida ou outra de FIFA 22 enquanto vou salivando para que existam mais informações sobre o UFL e ainda tive tempo para começar Elden Ring na Xbox Series X. Não vou falar ainda do jogo da FromSoftware porque a minha hora de jogo não me chega para ter opinião… por agora só me apetece chorar.

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O Future Behind em "Dark Mode"