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Sugestões da semana – Videojogos #24

Estamos de volta para mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos. Neste espaço, parte da equipa do Future Behind partilha convosco o que andamos a jogar, mas acima de tudo, o que acreditamos que não devem perder.

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Esta semana viajamos pelo mundo das corridas automóveis, fotografamos criaturas fantásticas e ainda temos tempo para sugerir videojogos que ainda não chegaram ao mercado. Estão prontos? Vamos a isso!

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Francisco Schai

A minha sugestão desta semana surgiu quando um velhinho cartucho de Nintendo 64 regressou dos confins do esquecimento enquanto reorganizava uma divisão com demasiados objetos por metro quadrado. Já com um terço do rótulo corroído pelo passar dos anos, nele podia-se ler Pokémon Snap, um jogo que durante muito tempo serviu como companhia exclusiva da Nintendo 64 de um garoto deslumbrado pelo monstros de bolso. Este feliz incidente incentivou-me a adquirir New Pokémon Snap, a desejada sequela que levou mais de duas décadas a sair do forno, numa aposta conjunta entre Nintendo e Bandai Namco.

O novo jogo preserva aquilo que o original de 1999 estabeleceu: um passeio on-rails por diferentes paisagens, aproveitando-se as vistas, procurando o melhor ângulo dos inúmeros Pokémon. Uma espécie de safari que nos vai brindando com novas criaturas à espera de ser fotografadas. É interessante como o ecossistema reage ao jogador. Ao repetir certos níveis, os Pokémon desenvolvem um maior conforto com a nossa a presença e tornámo-nos parte da tribo, ao transformarem os seus comportamentos. Existe uma sensação de mistério que permeia as florestas, os oceanos ou desertos, uma vez que os Pokémon mais raros podem estar camuflados na vegetação ou a atravessar uma colina em sigilo.

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New Pokémon Snap é uma experiência relaxante, que nos convida a simplesmente apreciar o mundo. O seu núcleo é o mesmo do antecessor, enriquecido pelas novas opções de filtros e opções de partilha. A fórmula continua um mimo.

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André Santos

Esta semana não podia sugerir outra coisa, está aí o novo título da franquia desportiva F1. E embora não me encontre nas perfeitas condições para conduzir, tive que experimentar o jogo (de comando) já que é o primeiro jogo a sair sob a alçada da EA… não é que isso tenha mudado muita coisa, até porque quando a EA entrou no universo da Codemasters já o jogo se encontrava em desenvolvimento.

A primeira coisa que salta à vista é mesmo os detalhes dos carros, com os seus reflexos apoiados por tecnologia Ray-Tracing e a forma como as partes “off track” se apresentam e se comportam. Sente-se mais cada saída de pista, mesmo de comando, e tudo o que é ambiente à nossa volta está mais aproximado da realidade, da simulação.

Embora vá comprar uma cópia para PlayStation 5, por culpa da Liga Bancada F1, neste momento estou a jogar em PC e assim vou continuar até completar a análise. Com os settings todos no high, ray-tracing e DLSS (Deep Learning Super Sampling) ativos a verdade é que o jogo nunca desceu dos 60fps (a 3840×2160) mesmo em situações de curva com vários carros lado a lado… aliás chegou a ter uns estáveis 70fps. Fiquei surpreendido com a RTX 3060 12Gb que aqui tenho.

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Quem gosta de Fórmula 1, mas não quer jogar online, este F1 2021 traz, para além do modo carreira, o modo Breaking Point. Aqui podemos seguir a dramática ascensão de um rookie no universo da F1. A forma como a história está construida não é perfeira… mas sobre isso falarei na análise durante a semana que agora vai entrar.

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Paulo Tavares

A minha recomendação hoje vai para um jogo que ainda não joguei. Sim, não lhe toquei. Nem eu nem praticamente ninguém. Confusos? Normal, quando o jogo de que falo é Psychonauts 2. Há muito tempo que não estava tão entusiasmado com um jogo para o qual não tenho forma de o jogar! Estou cheio de esperança que esta sequela de Psychonauts seja muito daquilo que o original foi e representou para mim na altura. As aventuras bizarras e completamente fora da caixa saídas das mentes incríveis da Double Fine Productions foram das melhores memórias que tenho de um passado em que jogava no meu velho PC que bufava por todo o lado para aguentar esta obra.

Raz está de volta com o seu sonho de pertencer a uma organização internacional de espiões e em que todos os poderes (e outros) mentais dão um colorido brutal a mais esta aventura, certamente.

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Tenho a certeza que a escrita vai voltar a fazer diferença neste jogo, pois quem escreve Grim Fandango e Brutal Legend tem certamente a capacidade de misturar um humor requintado que me vai deliciar. Ah, pois é. Que vai deliciar quem jogar.

Se realmente sair no fim de agosto, não deixem de jogar Psychonauts 2. Eu prometo passar nos vossos canais de Youtube e espreitar, com um misto de entusiasmo e inveja, as vossas gameplays.

O Future Behind em "Dark Mode"