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Sugestões da semana – Videojogos #27

Estamos de volta para mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos. Neste espaço, parte da equipa do Future Behind partilha convosco o que andamos a jogar, mas acima de tudo, o que acreditamos que não devem perder.

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rating recomendado

Armando Sousa

Esta semana e no meio de algum trabalho e a esperança de ter férias, andei pelo mundo de Blaster Master Zero 3 o qual sairá a análise em breve e andei a ler bastante sobre alguns jogos interessantes que saíram os quais me interessaram bastante.

Começo por Blaster Master Zero 3, e esta série tem uma fan base grande já que o original na velhinha Nintendo foi muito apreciado. Agora recriado pela Inti Creates desde o primeiro “Zero” continuamos a aventura de Jason e Sophia em planetas longínquos com mecânicas que variam entre estilos de jogo que vão agradar aos apreciadores de pixel art e jogos retro. A análise está quase a chegar.

Entre promoções de verão nas mais variadas plataformas e novos jogos a sair, acho que há grande escolha para quem quer estar atarefado nos tempos livres.

Tenho acompanhado Death’s Door, um título que mistura alguns dos meus estilos preferidos sendo o “Zelda like” o adjetivo que mais me chama a atenção e de certeza que o irei jogar um dia na Switch.

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Hades está quase a chegar ao Xbox Game Pass e mal posso esperar para finalmente o experimentar. O roguelike que ganhou imensos prémios o ano passado irá ser disponibilizado no serviço da Microsoft para todos os seus assinantes.

Não tive a sorte de arranjar um código para Back 4 Blood e para a sua beta, mas é um jogo que espero com alguma expetativa. Qualquer jogo que me traga de volta a Left 4 Dead, eu vou agarrá-la com unhas e dentes porque mesmo que não tenha sido um ávido jogador deste último título, a experiência multijogador sempre foi excelente. Cá o aguardamos.

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André Santos

Bem, esta semana a recomendação vai para um jogo com 16 anos. Não este especificamente, mas dentro da série posso (quase com toda a certeza dos meus 32 anos) que foi uma das primeiras franquias que entrou no meu PC, na verdade até comecei a jogar no computador de um familiar que tinha poucos jogos instalados: Age of Empires II, os solitários da vida, Full Tilt! Pinball e claro Minesweeper.

Mais tarde, em 2005, saiu o jogo que vos quero recomendar hoje: Age of Empires III. Na altura, quando foi lançado, lembro-me que depressa o experimentei, mas por alguma razão fiquei sempre com a ideia que o segundo videojogo da série era melhor, e honestamente foi-me bastante complicado largar AoE II para pegar no III. Mas então porquê recomendar um jogo que não me fez largar a sua “versão” mais antiga?

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Simples, porque em 2020 ficou completa a Age of Empires: Definitive Collection. E é nesta coleção que Age of Empires III consegue brilhar. O jogo está mais consistente, mais adulto, as mecânicas parecem-me melhores do que aquilo que me lembro de 2005 e agora sim, tenho horas e horas de jogo, sentado à secretária, enquanto tempo aniquilar as tropas inimigas.

Claro que Age of Empires III é um jogo para um nicho, para quem gosta de estratégia e em especifico deste tipo de estratégia, mas leiam isto com atenção: juntem-se a três amigos, criem uma sessão de jogo e deem-lhe uma oportunidade. Para além de estar no Xbox Game Pass para PC, o jogo custa menos de 20 euros (a coleção deve andar a rondar os 40) e é uma boa forma de passar algumas horas à conversa com amigos enquanto se tentam aniquilar do mapa. Simples.

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Paulo Tavares

Estar acamado é uma chatice. E foi neste período de convalescença que voltei a dedicar-me ao meu backlog na pequena e incrível Nintendo Switch. Ei, há males que vêm por bem, não é o que se costuma dizer?

Recomendações? Super Mario 3D World + Bowser’s Fury, sem dúvida. Principalmente este add-on dedicado a níveis bem diferentes, mais longos e complexos e com uma dificuldade maior do que estou habituado a ter que enfrentar, com um Bowser furioso e enorme! É sempre uma diversão poder deliciar-me com jogos assim!

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Outra: Mario Golf: Super Rush. Não é aquilo que se calhar muitos jogadores mais antigos deste franquia esperavam tal como eu (a nossa análise), mas acaba por entreter com algumas das suas novidades que permitem descobrir uma nova forma de jogar golfe sem percorrer aquele estereótipo de ser um jogo chato para gente chata. E há conteúdo novo e de borla a chegar e isso é sempre de saudar, certo?

Espero que não tenha mais tempo do que necessito para recuperar a minha boa forma e saúde, mas é sempre bom saber que podemos contar com a Switch para nos fazer esquecer coisas menos positivas, não é verdade?

O Future Behind em "Dark Mode"