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Sugestões da semana – Videojogos #38

Estamos de volta para mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos. Neste espaço, parte da equipa do Future Behind partilha convosco o que andamos a jogar, mas acima de tudo, o que acreditamos que não devem perder.

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rating recomendado

Armando Sousa

Gostam de jogos de tabuleiro? Eu também, mas digitais!

Esta semana foi semana de Mario Party Superstars e que giro que é jogar localmente na nossa Switch. Online também é muito engraçado, mesmo que no serviço online da Nintendo hajam alguns problemas e não é a experiência mais fluida do mundo.

Não é um jogo que sozinho vá jogar repetidamente, mas com o meu sobrinho, que foi a minha cobaia na análise que sairá nos próximos dias, foi muito divertido. Tanto pela rivalidade que podemos brincar, bem como ver os olhos dele a admirar a arte espetacular que o jogo tem, tal como eu gostei.

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Com cinco tabuleiros, cem minijogos e muita coisa para colecionar, é um jogo perfeito para jogar com a nossa cara metade e com os mais pequenos. É a coletânea perfeito dos Mario Party.

E ainda estou a lutar para conseguir apanhar tudo no mapa de Metroid Dread, mas sinto que isso ainda vai demorar uns tempos.

Até para a semana

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Paulo Tavares

Rayman é uma personagem adorada cá por casa desde os seus primórdios em consolas mais antigas. A criatura com as mãos enormes é um poço de doçura e uma boa amostra daquilo que a Ubisoft já representou no mundo dos side-scrollers.

Em 2013 com o lançamento de Rayman Legends, fiquei imediatamente viciado na sua fofura tortuosa. Num universo que oscila entre o aspeto de desenhos animados e a infantilidade desmedida, que fique bem ciente que Rayman Legends não é um jogo fácil. Com milhares de Teensies para salvar, pequenas criaturas adoráveis que se escondem por todo o lado, temos ainda níveis com tempos limitados, que se mexem demasiado depressa e que puxam pela tão falada coordenação cérebro/dedos. O caos reina em alguns níveis, principalmente nos bosses, em que a música mais queridinha se torna companheira em centenas de tentativas de progressão num nível, mas nunca chegando ao ponto de a desligar, porque é tão fofa!

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Por falar em fofo, podemos ter ainda várias personagens jogáveis que acabam por resultar em experiências similares, mas uma delas é simplesmente adorável: Globox, um gordo sapo azul com pinta de maluco. Incrível. 

Está claramente na hora de uma nova iteração no mundo Rayman. Já.

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Francisco Schai

Esta semana fui atingido por uma tempestade de balas, ao revisitar um título que me divertiu imenso há cerca de uma década, na quase pré-histórica Playstation 3. Ao pegar em Bulletstorm: Full Clip Edition, refrescou-se a ideia de que este permanece um dos FPS mais interessantes a nível meramente mecânico. Duas razões levam-me a tal afirmação: energy leash e o pontapé.

A “ trela energética” puxa inimigos ou objetos até nós e deixa-os a levitar por breves momentos. Podemos então decidir entre desferir uma tempestade de balas no seu corpo ou um pontapé contra o cacto mais próximo. A utilização das partes perigosas do cenário também é incentivada.

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Devo confessar a minha criatividade na hora de despachar os inimigos, uma vez que limitar-me a disparar, tal como nos fps tradicionais, deixa-me insatisfeito. Falta-me manipular alguma lei da física, como pegar num barril com o leash, pontapear contra um grupo de malfeitores e acabar a operação com um tiro certeiro no inicio do seu trágico fim.

O grande chamariz de Bulletstorm é mesmo essa busca por novas formas de eliminação alheia. Para além da violência explícita, os palavrões e o calão são uma constante, acabando por atenuar qualquer possível carga emocional que história (banal) pudesse invocar.

Um brinde à exploração de novas ideias dentro do concorrido mundo dos fps.

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André Santos

Não há outra coisa que possa sugerir esta semana, tem que ser isto. Não tenho feito outra coisa. O jogo que vos trago para jogar por estes dias é um dos melhores videojogos para os fãs de carros que alguma vez existiu: falo-vos de Forza Horizon 5.

O que foi feito com Forza Horizon 5 é um misturar de todas as qualidades dos anteriores Horizon num jogo só. É de longe o Forza mais completo e um dos videojogos de carros mais completos que alguma vez tive o prazer de jogar. Com o seu toque de arcade, mas com a possibilidade de estar mais ligado à simulação caso queira… há de tudo para todos os gostos. Para além disso é uma delícia de se jogar com amigos.

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Devo confessar que tenho passado mais tempo no modo de fotografia do jogo que propriamente a conduzir pelas ruas mexicanas, embora pedisse algo mais deste modo de fotografia, controlo ainda mais manual talvez, tenho que ceder e dizer que a beleza do jogo em conjunto com o quão user friendly este modo é faz com que seja quase um vício… procurar o melhor local, com a melhor luz e a melhor composição para conseguir obras de arte digitais.

Forza Horizon 5 já está disponível para quem quiser comprar a versão “premium” e estará disponível em Xbox Series X | S, Xbox One, PC e Cloud através do Xbox Game Pass Ultimate no dia 9 de novembro.

O Future Behind em "Dark Mode"