Vocês Jogam Nós Também
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Vocês Jogam, Nós Também #55

Já apresentamos o Vocês Jogam, Nós também há mais de um ano. Estamos deste lado todas as semanas para vos mostrar o que andamos a jogar para além das análises que vão sendo publicadas aqui pelo FUTURE BEHIND, mas não só. Estamos deste lado também para saber o que andam a jogar, perceber que jogos vos levam para aventuras de hora sem fim e quais os jogos que preferiam nunca ter instalado. Uma espécie de análise, mas do vosso lado.

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Dito isto, a questão que deixamos esta semana, é diferente. Contem-nos, qual foi o melhor jogo que jogaram este ano? E qual foi o pior?

Tiago Marafona

Dezembro sempre foi um mês em que minha vontade para jogar jogos novos cai consideravelmente e a minha vontade de jogar videojogos cai para os clássicos, relembrando-os e percebendo muitas vezes o quão eram bons, ou maus, obviamente, mas que por motivos nostálgicos volta e meia tenho mesmo vontade de ir jogá-los.

Tenho, portanto, no momento em que escrevo o Vocês Jogam, Nós também #55 o ecrã da Nintendo 2DS com a tela de introdução de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D com a maravilhosa música de abertura a badalar bem alto. Vai para nove anos que não pego nele, desde o lançamento da versão portátil, onde continua a ser a melhor versão para ser jogado. Esta súbita vontade começou através de ouvir medleys do jogo no Youtube, e que rapidamente se transformou em vontade de reviver as aventuras de Link. Tenho boas lembranças desta versão, na altura em que foi lançado mostrava-se visualmente bem audaz, e a jogabilidade adaptada aos dois ecrãs, com sensibilidade giroscópica, tornaram-no instantaneamente a melhor forma de jogar o clássico da Nintendo 64. Na próxima semana haverei de dar mais pormenores.

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Durante a semana continuei a jogar Yakuza: Like a Dragon ganhando experiência nos subúrbios, conseguindo novos equipamentos, e também dei continuidade a novas missões secundárias. Há ainda conteúdo para dar e vender, uma coisa absurda, mas que ainda me continua a dar um prazer enorme. A dificuldade de combate nestas áreas específicas sobe consideravelmente, pois é uma opção propositada para dar um desafio extra a quem assim o deseja.

Paralelamente a Yakuza, dei também um pulinho até Donkey Kong Country – mais um clássico de 16 bits a entrar em jogo. Donkey Kong dispensa apresentações, é daqueles jogos de plataformas obrigatórios para os fãs do género, que apesar de ser brilhante, visualmente começa a apresentar algum sinal de desgaste, contudo a jogabilidade permanece boa. Ainda assim, o melhor dele continua a ser a banda sonora, composta pelo rosto mais conhecido David Wise onde o trabalho de obras como Island Swing e Aquatic Ambiance, são ainda obras musicais que merecem ser colocadas em qualquer lista de melhores músicas de sempre relacionadas com videojogos.

André Santos

Nunca peguei, de forma constante, por mais do que um par de horas em qualquer um dos jogos da saga Assassin’s Creed. Com o aparecimento do kit de análise da Xbox Series S e todos os jogos que vinham a acompanhar esse mesmo kit vi-me quase que forçado a entrar no mundo da série criada pela Ubisoft pela primeira vez, já que um dos títulos presentes em tal kit era Assassin’s Creed Valhalla.

Encontrei-me numa viagem geográfica, mas também temporal, que me levou até ao mundo viking e às tribos do norte da Europa enquanto estas, devido a diferentes fatores, se dirigiam para a dividida ilha que agora se chama Reino Unido. A minha viagem com estes poderosos guerreiros começou atribulada, não vou mentir, não por causa do desempenho do jogo na pequena consola, mas sim porque entrar num mundo aberto com toques de RPG é um pouco assustador par alguém que gosta de aventuras lineares, daquelas com ação do princípio ao fim.

No entanto, passado o par de horas da “introdução” de Assassin’s Creed Valhalla tudo ficou melhor. O jogo continua a ter momentos mais lentos e nem fiquei muito fã do estilo de combate, no entanto, o novo mundo abre-se de uma forma impressionante e acabei por ter muito que explorar para encontrar tal ação. Para além disto tudo, a verdade é que os momentos de história apresentados no jogo acabam por dar aquele ar cinematográfico que tanto gosto nos jogos que temos vindo a conhecer neste ultimo ano.

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A análise a Assassin’s Creed Valhalla chega nos próximos dias em conjunto com um texto sobre as diferentes experiências na Xbox Series S e nos jogos que lá tenho disponíveis (os do Xbox Game Pass não contam).

Para finalizar, posso dizer que fui um dos “sortudos” que teve acesso a FIFA 21 na nova geração de consolas no dia 3 de dezembro e não encontrei qualquer tipo de problema até ao momento em que tentei jogar com colegas na PlayStation 4 (eu estou na Playstation 5)… parece que o cross-gen ficou esquecido… Para jogar com PS4 tenho que mudar a versão do jogo para a da PS4, se estiver na PS5 só encontro os “amigos” que já tenham a nova consola da Sony com a nova versão do jogo instalada… oh EA!

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