Vocês Jogam Nós Também
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Vocês Jogam, Nós Também #56

Estamos de volta para o 56º Vocês Jogam, Nós Também, esta semana mais curto, mas com a mesma dose de dedicação. Com o fim do ano a aproximar-se ficamos a conhecer os vencedores dos The Game Awards e até fizemos as nossas próprias previsões… Mas bem o que nos traz até aqui é mesmo aquilo que andamos a jogar esta semana!

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Equanto uns passeiam por Hyrule, outros foram até à Night City… e por aí, qual foi o destino da semana?

Tiago Marafona

Aproveitei o feriado e o fim-de-semana prolongado para tirar uns dias de férias e com isso aumentei consideravelmente o meu tempo em frente das consolas.

Dei por encerrado a minha aventura em Yakuza: Like a Dragon, fazendo várias missões opcionais, terminado algumas ocupações extras e completando tudo o que ainda tinha interesse para fazer. Fico muito contente por ter feito parte entre os melhores RPGs do ano 2020 no The Game Awards, o que para uma série que ainda há pouco menos de meia-dúzia de anos era praticamente jogada por um pequeno (grande) grupo que seguia os trabalhos dos estúdios da Sega. A entrega da tocha da série foi muito bem dada a Ichiban Kasuga, que foi ganhando pontos à medida que ia jogando, mas rapidamente percebi o quão especial como protagonista poderia ser daqui para a frente para a saga.

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Tal como tinha dado a conhecer na semana passada, iniciei um jogo novo de The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D um daqueles grandes clássicos de peso do universo Nintendo, que continua fantástico, tal como o joguei na primeira vez. Obviamente que se nota o envelhecimento do jogo, não ignoro essas limitações, mas a jogabilidade e a construção do mundo de Hyrule continuam a fazer inveja a muitos jogos que ainda hoje saem para o mercado. O mundo ainda assim já na altura me dava a sensação de ser pouco povoado, e a ausência de mais vida dentro de cada espaço comunitário sempre foi um dos aspetos que me chamaram mais a atenção. Terminei há pouco o templo da floresta e curiosamente, a luta contra o chefe, foi bastante fácil, quando a minha memória me dizia que iria ser uma batalha ainda agitada. Estou neste momento com 12 horas de jogo e nem tinha dado com elas passarem.

André Santos

Agora com mais tempo, e muito para escrever, a semana foi passada maioritária mente a acabar a aventura em Assassin’s Creed Valhalla na Xbox Series S, análise que vai finalmente sair na segunda-feira dia 14. A exploração do mapa nas ilhas britânicas é fantástica, o mundo criado pela Ubisoft é de uma beleza impressionante e a consola até se porta bem a mostrar esse mesmo mundo. No entanto, há certas coisas que continuam sem me agradar… começando pelo combate. Embora tenhamos uma boa quantidade de movimentos e ataques que podemos fazer, todo o processo de ataque e defesa, quando a lutar contra os nossos inimigos, não me parece natural, parece forçado até. Os nossos colegas pouco ajudam, ou pelo menos assim parece. Já os inimigos, por vezes, aparentam não lhes apetecer lutar. Estão só ali… a ver a bonita paisagem.

Depois de Assassin’s Creed Valhalla passei para a minha mais recente aventura, também na Xbox Series S. Falo do mais recente projeto da CD Projekt Red, Cyberpunk 2077. Não vou mentir, o primeiro dia de jogo foi complicado… foram perto de duas horas onde apenas tive som nos primeiros 5 minutos, depois disto o som aparecia durante uns breves segundos e desaparecia novamente durante largos minutos. A única coisa que conseguia ouvir eram pequenos sons estáticos… Os NPCs, quando a falar com o meu V não mexiam a boca e alguns até comiam hambúrgueres invisíveis. Aguentei duas horas e desistir. Não dava mais.

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Um dia depois, com as noticias de um hotfix lançado para PC e consolas, voltei a dar oportunidade a Cyberpunk 2077. E lá estive, mais de 4 horas nas ruas de Night City, agora com som e com muitos menos bugs. De um dia para o outro transformou-se, passou de um produto inacabado para um jogo com bugs, mas jogável. Deu para perceber como é que é a cidade, agora cheia de vida como esperava inicialmente, e sempre a chamar por nós. Com missões bem construidas, com bom ritmo, e que nos fazem querer continuar a jogar.

Cyberpunk 2077 ainda precisa de algumas atualizações, alguns patches para resolver problemas que ainda estão presentes, mas agora podemos jogar e divertimo-nos enquanto o fazemos.

O Future Behind em "Dark Mode"