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Sugestões da semana – Videojogos #30


Estamos de volta para mais uma semana de sugestões no mundo dos videojogos. Neste espaço, parte da equipa do Future Behind partilha convosco o que andamos a jogar, mas acima de tudo, o que acreditamos que não devem perder.

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rating recomendado

Armando Sousa

Depois de ter terminado a expansão e ter completado tudo na ilha de Iki em Ghost of Tsushima Director’s Cut, fiquei arredado um pouco dos videojogos voltando no fim desta semana a agarrar num comando e logo com dois jogos que não podiam ser mais diferentes.

Aliens Fireteam Elite foi um dos que joguei a espaços esta semana e ainda não joguei com amigos, mas o sistema de matchmaking tem sido competente em nos rodear de jogadores com o nosso nível. Sou fã da franchise Alien, mas fiquei um pouco desiludido com este jogo e acho que potencial que a saga tem devia ser melhor trabalhada. Uma das coisas que mais gosto é o som das armas que empunhamos, fiel aos filmes e dá-nos um gostinho especial e aquela boa nostalgia. Vou jogar mais um pouco e terminar a campanha, mas temo que seja um jogo que cairá no esquecimento se não atualizarem com conteúdo e corrigirem alguns bugs persistentes.

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Para contrastar com o caos completo de um titulo multijogador, entrei de novo no mundo subaquático de Abzû, apenas para ter uma experiência relaxante. Já me esquecia o quanto adorei este jogo quando saiu em 2016. Criado por Matt Nava, que criou a Giant Squid após sair da That Game Company, a equipa que nos trouxe Flower e Journey (o meu jogo preferido), Abzû é como se fosse uma sequela espiritual destes videojogos. Calmo e relaxante, passamos por biomas submarinos numa viagem de descoberta do nosso personagem. Com excelente arte e banda sonora, é uma escolha perfeita para uma tarde tranquila.

E agora vou-me por ao corrente das novidades da Gamescom, já que não consegui prestar atenção a nada durante a semana.

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Francisco Schai

Esta semana trago-vos uma franquia inteira (excluindo o spin off). Na verdade, são apenas dois videojogos. Psychonauts, título lançado na sexta geração de consolas, é uma autêntica pérola, embora careça um tanto de polimento. Revisitá-lo após tanto tempo tem sido um deleite, justamente pelas situações caricatas e outros pormenores do mundo que se tinham tornado algo difusos na minha memória.

Tal como os collecthaton que outrora dominavam o mercado, é crucial colecionar o máximo de itens possíveis para se ter acesso a certos poderes, obrigatórios para progredir na história e alguns objetivos parecem não seguir uma lógica congruente. A jogabilidade também se sente um pouco rígida, mas apesar destas falhas, é um título que vale a pena experienciar, tendo em conta a originalidade do conceito.

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Consequentemente, não há videojogo que me tenha consumido mais tempo este mês que o fantástico Psychonauts 2. Vou na segunda playthrough, a roçar o rank 102, num longo e aprazível processo de degustação pelo trabalho da Double Fine. É um jogo especial, uma sequela que durante anos apenas existiu numa nuvem imaginária de esperança.

Numa nota mais pessoal, não posso deixar de mencionar o privilégio que tive ao analisar o jogo para o Future Behind. Foi uma experiência incrível receber antecipadamente um jogo de tamanho calibre, antes dos meus amigos (e ter que ficar calado) e de uma legião de fãs a contar os dias para o lançamento. O que a minha versão adolescente não faria por uma oportunidade destas.

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André Santos

Esta semana não sei bem o que sugerir. Foi uma semana ocupada a nível profissional e o tempo para jogar foi ocupado para jogar algumas coisas que tenho para análise ou então para dar uma ou outra volta de F1 2021 no novo modo carreira em co-op. A próxima semana vai ser de férias e o tempo para jogar vai ser o mesmo: bastante limitado.

O que posso sugerir é que instalem um serviço como o Xbox Game Pass ou o PlayStation Now e descubram novos videojogos. Ambos os serviços podem ser jogados no PC e trazem a oportunidade de jogarmos alguns nomes bem conhecidos, mas principalmente trazer a oportunidade de descobrir aquelas pérolas que podem ter passado despercebidas.

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Vivemos numa altura fantástica, através de um valor mensal relativamente baixo para aquilo que oferece, conseguimos jogar centenas de videojogos tanto numa das consolas como no PC. Alguns dos videojogos podem ainda ser jogados através de serviços de cloud, não só destas subscrições, mas também do Google Stadia o que faz com que nem de um PC de topo precisamos para jogar com alguma estabilidade.

É esse o meu conselho: joguem. Seja o que for, mas joguem caso queiram jogar. Descubram jogos novos, descubram aventuras novas e divirtam-se. Até para a semana.

O Future Behind em "Dark Mode"